Tipos de dermatite:
alergia a ferrugem
e outras causas

Resposta dermatológica

Coceira, descamação e vermelhidão podem vir de dermatites diferentes. A região afetada, os contatos e a evolução ajudam a organizar o tratamento da pele e os cuidados que fazem sentido na sua rotina.

Alergia a ferrugem existe? O que pode causar dermatite por contato

A ferrugem em si não é a causa mais comum de alergia, mas objetos metálicos enferrujados podem carregar níquel, cobalto, sujeira, umidade ou substâncias irritantes. O resultado pode parecer dermatite de contato: vermelhidão, coceira, bolinhas, descamação ou ardor no local de contato.

O exame relaciona a área afetada ao objeto usado. Quando as crises repetem com bijuteria, botão, fivela, ferramenta, esmalte ou produto químico, o teste de contato pode orientar prevenção e tratamento.

Neste artigo
Contato diretoA localização da lesão costuma acompanhar o objeto ou produto que encostou na pele.
AlergiaNíquel e outros metais podem provocar dermatite alérgica em pessoas sensibilizadas.
IrritaçãoAtrito, suor, produtos de limpeza e pele ressecada podem inflamar sem alergia verdadeira.
InvestigaçãoTeste de contato ajuda quando a história é recorrente ou o gatilho não está claro.

Perguntas comuns

Ferrugem causa alergia na pele?

Pode irritar a pele, mas alergia costuma estar mais ligada a componentes do metal ou substâncias associadas ao objeto.

Como saber qual tipo de dermatite eu tenho?

Distribuição, gatilhos, tempo de evolução, aspecto das lesões e testes selecionados orientam o diagnóstico.

Leia também: dermatite de contato com níquel, teste alérgico de contato e alergia na pele.

Dermatite e contato

Dermatite: uma rota comum para manchas vermelhas com coceira

ContatoCosméticos, metais e produtos de limpeza entram no histórico conforme o contato com a região afetada.
AtopiaPele seca desde cedo e crises recorrentes ajudam a reconhecer a tendência atópica.
Uso de corticoideO corticoide tópico pode controlar uma crise; a receita organiza área, potência e período.

Rotas úteis: manchas vermelhas que coçam, dermatite atópica, alergias cutâneas, corticoides para dermatite.

Se a crise reaparece no ponto de contato, fotografe o objeto e o rótulo dos produtos usados nessa tarefa.

Para comparar as crises: registre a região, quanto tempo a alteração fica no mesmo lugar e como a pele responde entre os episódios. Essas observações tornam o relato mais preciso.

Referências usadas na revisão: DermNet, dermatite de contato.

Existem diferentes tipos de dermatite e cada um pede um cuidado próprio. As dermatites são um grupo de doenças inflamatórias da pele, marcadas por sintomas como vermelhidão, prurido, e muitas vezes, descamação e bolhas. 

Tais distúrbios são classificados segundo suas causas e pela maneira como se manifestam. A localização, o aspecto e os contatos da rotina ajudam a reconhecer o tipo de dermatite, mesmo quando mais de um fator participa. 

Para começar a leitura, procure a região que incomoda: dobras e pele seca, couro cabeludo e face, ponto de contato com um objeto ou pernas com inchaço. As seções abaixo mostram o que muda no tratamento. 

A frequência varia conforme o tipo de dermatite e a idade. Reconhecer o padrão ajuda a escolher o tratamento da crise e os cuidados de manutenção. 

Conheça os principais tipos de dermatite, seus sintomas, suas causas e o tratamento indicado para cada um deles.

Resposta direta

O que muda de uma dermatite para outra?

A função do tratamento muda com o padrão. Na dermatite de contato, adaptar o produto ou material faz parte da melhora. Na seborreica, o cuidado pode incluir um antifúngico para o couro cabeludo ou a face. Na atópica, hidratação e controle da inflamação se complementam. Nas pernas com doença venosa, também é preciso cuidar da circulação. O exame relaciona essas possibilidades à região afetada e ao que já trouxe alívio.

Dermatite Atópica

dermatite atópica

A dermatite atópica é uma doença de pele crônica bastante comum, especialmente em crianças. O distúrbio atinge principalmente regiões de dobras como atrás do joelho, virilhas e as dobras do braço.

Sintomas da dermatite atópica

Os sintomas são os mais típicos da dermatite. Geralmente o problema começa com o ressecamento da pele, gerando uma consequente coceira. Devido ao prurido, acabam surgindo pequenas lesões nas áreas atingidas.

Em síntese, os sintomas da dermatite atópica incluem: 

  • Pele seca
  • Alterações na cor da pele
  • Pele mais clara ou escura que o seu tom normal
  • Áreas esfoladas da pele 
  • Coceira
  • Vermelhidão ou inflamação da pele ao redor das bolhas
  • Áreas espessas 

Causas da dermatite atópica

Suas causas ainda não estão totalmente claras, sabe-se até então que há uma correlação com fatores genéticos, já que ter histórico familiar para a doença influência em seu aparecimento.

Além de seu caráter hereditário, a dermatite atópica já foi relacionada a diferentes fatores de risco como substâncias irritantes, tecidos sintéticos, frio intenso, ambientes secos, calor e estresse emocional. 

Tratamento da dermatite atópica

Hidratação diária da pele (evita o ressecamento do tecido cutâneo e previne coceira)
Banhos mais rápidos e de mornos a frios
Loções de limpeza que respeitem o PH da pele
Roupas confortáveis e frescas
Ajuste de tecido e atrito nas áreas que coçam
Tratamento da coceira e do sono quando necessário
Pomadas com cortisona

O acompanhamento dermatológico orienta o tratamento e o ajusta conforme a resposta.

Consulta médica

Trate a crise e organize o cuidado entre os episódios.

Mostre a região que mais incomoda e os produtos que já utilizou. A consulta define o medicamento da crise e quais cuidados continuam quando a pele melhora.

Dermatite Seborreica

dermatite-seborreica

A dermatite seborreica também está entre os tipos de dermatite mais comuns. A doença é marcada pela inflamação da pele, levando a descamação e vermelhidão. Dentre as principais áreas acometidas, couro cabeludo, sobrancelha, cantos no nariz e colo.

Sintomas da dermatite seborreica

O seu quadro clínico é marcado por uma série de sintomas típicos:

  • Flocos de pele (caspa)
  • Descamações
  • Pele avermelhada
  • Coceira ou ardor
  • Excesso de óleo na pele e no couro cabeludo

Causas da dermatite seborreica

A dermatite seborreica envolve a resposta da pele às leveduras que já vivem nela, junto de fatores que podem favorecer as crises. Oleosidade e inflamação ajudam a entender por que o cuidado pode incluir antifúngico e controle da irritação, conforme a região.

Tratamento da dermatite seborreica

No couro cabeludo, o produto medicamentoso e a forma de lavar têm papéis específicos. Na face, a apresentação precisa se adaptar à região. Estes pontos ajudam a organizar o uso e comparar a resposta: 

  • Observe se um finalizador aplicado na raiz coincide com ardor ou novas escamas.
  • Registre o desconforto após horas com capacete ou boné e mantenha o interior limpo e seco.
  • Anote em qual região as crises voltam: couro cabeludo, sobrancelhas ou laterais do nariz. 
  • Confira o tempo de contato do shampoo medicamentoso antes de enxaguar.
  • Use água morna e observe se a lavagem deixa o couro cabeludo confortável. 
  • Enxágue o shampoo e mantenha o condicionador nas áreas indicadas para seu cabelo.
  • Compare coceira e quantidade de escamas entre as lavagens.
  • Registre quais produtos são usados no rosto e quais são próprios para o couro cabeludo.
  • Ao melhorar, confirme a frequência de manutenção do produto que controlou a crise.

Em alguns casos o médico poderá indicar a aplicação de cremes ou pomadas com corticoides. Antifúngicos tópicos podem fazer parte do tratamento por atuarem sobre leveduras envolvidas na dermatite seborreica, mesmo sem uma infecção contagiosa. 

Leve o nome do shampoo e conte quanto tempo ele permanece em contato com a pele antes do enxágue.

Avaliação dermatológica

Cuidado direcionado para melhorar sua pele

Vermelhidão, coceira e descamação podem aparecer em problemas diferentes. O tratamento procura aliviar o desconforto e cuidar da causa, distinguindo inflamação, irritação e infecção conforme o aspecto e a evolução da pele.

O que o tratamento procura resolver
Causa da alteração
O aspecto, a distribuição e os contatos recentes ajudam a identificar o problema.
Sintomas presentes
Coceira, dor e sensibilidade precisam ser considerados junto com as lesões.
Recuperação da pele
Produtos e cuidados locais são ajustados à alteração, em vez de repetir uma pomada usada para outra queixa.

Dermatite Herpetiforme

dermatite-celiaca

Também chamada doença de Duhring, a dermatite herpetiforme é uma doença autoimune que, apesar de poder afetar toda a população, é consideravelmente mais comum em pacientes portadores de doença celíaca. 

As partes do corpo mais afetadas pela doença são o couro cabeludo, a região dos glúteos, os cotovelos, os joelhos e as costas. Diferente dos dois tipos de dermatite apresentados anteriormente, neste caso os sintomas do distúrbio tendem a aparecer de maneira simétrica, atingindo igualmente ambos os lados do corpo.

Sintomas da dermatite herpetiforme

O quadro é marcado por sintomas inflamatórios típicos, dentre os principais sinais da dermatite herpetiforme podemos citar: 

  • Placas vermelhas na pele
  • Descamação
  • Pequenas bolhas
  • Prurido intenso
  • Sensação de queimação nas regiões afetadas
  • Feridas ao redor das bolhas, geralmente provocadas pela coceira em excesso

Causas da dermatite herpetiforme

A dermatite herpetiforme é uma manifestação cutânea da doença celíaca, relacionada à resposta imune ao glúten. Depósitos de imunoglobulina A na pele participam das lesões. A investigação considera o aspecto, exames para doença celíaca e, quando indicado, biópsia com imunofluorescência; sintomas intestinais podem ser discretos ou ausentes.

A ausência de desconforto digestivo não afasta essa relação. O acompanhamento dermatológico e da doença celíaca organiza o tratamento da pele e o cuidado nutricional. 

Tratamento da dermatite herpetiforme

Com o diagnóstico de dermatite herpetiforme confirmado, a dieta sem glúten cuida da doença celíaca associada e ajuda a controlar a pele. O acompanhamento nutricional organiza substituições e leitura de rótulos, incluindo a escolha da aveia conforme contaminação e tolerância. A investigação deve preceder a retirada do glúten. 

A dapsona pode reduzir rapidamente a coceira e as lesões enquanto a dieta faz efeito. O esquema é definido após confirmação diagnóstica e avaliação dos exames necessários ao tratamento.

O uso de dapsona inclui exames de sangue para acompanhar hemoglobina e outros parâmetros. Durante o tratamento, falta de ar, lábios arroxeados, febre ou dor de garganta pedem contato imediato com o prescritor. A orientação deve deixar claras as datas dos exames e da revisão.

Dermatite Alérgica ou Dermatite de Contato

dermatite de contato

A inflamação causada por contato é chamada dermatite de contato. Ela pode ser irritativa, por desgaste da barreira da pele, ou alérgica, por reação imune a uma substância. Identificar qual mecanismo participa permite adaptar produtos, acessórios e tarefas sem impor restrições desnecessárias. 

O tratamento busca aliviar a inflamação e recuperar a barreira da pele. Dor crescente, pus ou vermelhidão que se espalha podem indicar infecção associada e precisam de atendimento. Fora da crise, a proteção se concentra nos contatos identificados no histórico e, quando indicado, no teste de contato.

Sintomas da dermatite de contato

A sintomatologia da dermatite de contato inclui: 

  • Vermelhidão 
  • Pequenas lesões na pele
  • Coceira
  • Queimação 
  • Descamação da pele 
  • Edema local

Uma irritação pode aparecer logo após contato intenso ou se acumular ao longo de tarefas repetidas. A alergia de contato costuma surgir horas a dias depois da exposição. Registre esse intervalo e as áreas que tocaram o produto ou objeto. 

Causas da dermatite de contato

As causas desta condição são muito diversificadas, mesmo um agente que não provocaria nenhum dano a maior parte da população, pode ser interpretado como agressor por pessoas alérgicas. 

A seguir, listamos alguns exemplos de substâncias capazes de desencadear este tipo de problema. 

  • Substâncias Ácidas
  • Álcalis (como os desentupidores de ralo)
  • Solventes (como a acetona)
  • Sabões fortes
  • Algumas espécies de plantas
  • Protetores solares
  • Loções pós-barba
  • Certos perfumes
  • Alguns antibióticos aplicados na pele
  • Alcatrão de carvão
  • Óleos
  • Látex 
  • Níquel e cobalto (podem estar presentes em acessórios metálicos)

Tratamento da dermatite de contato

Em geral, é recomendada a redução do contato que está provocando a irritação ou a alergia, o que ajuda a reduzir novos episódios; a pele inflamada pode precisar também de tratamento tópico. 

Para acelerar a melhora, o dermatologista poderá indicar o uso de cremes emolientes ou pomadas específicas para dermatites alérgicas, como corticoides tópicos (por exemplo, hidrocortisona, mometasona ou betametasona), conforme a intensidade e a região afetada.

Anti-histamínicos podem ser considerados para sintomas selecionados, mas o controle da dermatite se apoia no tratamento da inflamação e do contato responsável. Se a coceira atrapalha o sono, informe esse impacto para orientar a medicação de apoio. 

A prescrição define região de aplicação, duração e como ajustar o cuidado após a melhora.

Dermatologia clínica / diagnóstico

Quem examina a sua pele

O exame da região afetada e a comparação das crises ajudam a escolher os produtos, a medicação e a manutenção da pele.

Dra. Juliana Toma conversando com paciente no consultório
Dra. Juliana Toma no consultório
Limpeza da pele do rosto com algodão antes do procedimento
Preparo da pele
Lago de carpas no jardim interno da clínica
Lago de carpas do jardim interno

Dermatite Numular

dermatite numular

A dermatite numular forma placas arredondadas, semelhantes a moedas, que podem coçar bastante. Esta condição é marcada pela inflamação da pele que leva a formação de manchas vermelhas arredondadas, podendo haver coceira e descamação. 

Este distúrbio é consideravelmente mais frequente no inverno, devido a uma maior probabilidade de ressecamento da pele.

Sintomas da dermatite numular

Os sintomas da dermatite numular orientam o seu diagnóstico. A doença é marcada pelo aparecimento de zonas vermelhas arredondadas nas mais diversas partes do corpo, em especial nas pernas, no dorso dos pés, no antebraço e nas palmas das mãos. 

Além destes, são sinais deste distúrbio: 

  • Coceira intensa
  • Formação de pequenas bolhas
  • Ardência da pele
  • Descamação da pele
  • Formação de crostas ao redor de bolhas estouradas

Causas da dermatite numular

Na dermatite numular, o ressecamento pode favorecer novas placas. Observe se o quadro começou em uma época mais seca ou em uma área que sofreu atrito ou lesão; esses detalhes complementam o exame. 

Sendo assim, são listadas como possíveis causas: 

  • Clima frio e seco
  • Banhos muito quentes 
  • Pele seca 
  • Lesões cutâneas
  • Problemas de circulação
  • Predisposição genética
  • Ter outras dermatites

Tratamento da dermatite numular

O plano busca reduzir a coceira, fechar as placas e manter o conforto entre as crises. Conforme a extensão e o aspecto, pode incluir:

Hidratante sem perfume aplicado regularmente
Pomadas contendo corticoides
Antibióticos quando há infecção associada
Terapia com Luz Ultravioleta (Fototerapia)

O plano pode combinar hidratantes e anti-inflamatório tópico, com investigação de infecção quando o aspecto sugere essa associação. No retorno, observamos a coceira, a cicatrização e a necessidade de manutenção.

Dermatite Esfoliativa

dermatite esfoliativa

A dermatite esfoliativa, ou eritrodermia, é uma vermelhidão com descamação que ocupa grande parte da superfície do corpo. Esse padrão requer avaliação rápida para tratar a causa e acompanhar temperatura, hidratação e proteção da pele.

Sintomas da dermatite esfoliativa

O quadro é caracterizado por sintomas como: 

  • Vermelhidão 
  • Irritação da pele
  • Formação de crostas 
  • Perda de pelos 
  • Febre acima de 38º C 
  • Calafrios
  • Inchaço dos gânglios linfáticos

Causas da dermatite esfoliativa

A eritrodermia pode surgir na evolução de uma doença de pele ou após uma reação a medicamento. A investigação compara o início da vermelhidão extensa com doenças anteriores e com os remédios iniciados ou alterados recentemente. Essa sequência ajuda a distinguir as causas abaixo. 

Em suma, suas causas mais comuns são: 

  • Idiopática 
  • Alergias a medicamentos 
  • Linfoma e leucemia
  • Dermatite atópica 
  • Psoríase 
  • Dermatite seborreica 
  • Dermatite de contato 

Tratamento da dermatite esfoliativa

Geralmente, o tratamento da dermatite esfoliativa é emergencial. Sendo assim, é preciso buscar atendimento no pronto-socorro rapidamente quando há vermelhidão e descamação extensas, especialmente com febre, calafrios, mal-estar ou inchaço. 

Pode ser necessária internação para estabilizar o quadro e investigar a causa. A forma de administrar medicamentos e a duração do cuidado dependem dos achados e da evolução.

A medicação é escolhida conforme a causa da inflamação. O cuidado de suporte acompanha temperatura, hidratação e equilíbrio do organismo; emolientes podem ajudar a proteger a pele. 

Antibióticos podem ser necessários para combater infecções nas regiões lesadas da pele.

Dermatite Perioral

dermatite perioral

A dermatite perioral é um distúrbio de pele bem comum, especialmente entre as mulheres dos 25 aos 40 anos de idade. 

Seus sintomas afetam principalmente a face. Geralmente, a erupção surge ao redor dos lábios, se estendendo pelos sulcos nasolabiais, e espalhando-se pelo queixo e pelas narinas, podendo alcançar a região ao redor dos olhos.

Sintomas da dermatite perioral

A doença é caracterizada principalmente por sua localização, e seu diagnóstico é predominantemente clínico. 

Suas manifestações clínicas incluem:

  • Vermelhidão da pele
  • Queimação
  • Pequenas erupções irregulares
  • Prurido 
  • Pele ressecada
  • Sensação de tensão na área afetada
  • Descamação cutânea
  • Dor leve

Causas da dermatite perioral

Na dermatite perioral, revise principalmente os corticoides usados no rosto e os cosméticos aplicados ao redor da boca, do nariz e dos olhos. Leve também os medicamentos inalados em uso; o plano organiza os ajustes junto ao tratamento de origem.

Tratamento da dermatite perioral

O tratamento simplifica os produtos em uso e seleciona a medicação adequada para a região. Em geral, o distúrbio é tratado com uso de cremes livres de esteroides, são recomendadas pomadas contendo eritromicina, metronidazol e tacrolimus.

Em casos mais graves, podem ser prescritos antibióticos via oral. 

No retorno, compare o número de novas bolinhas, o ardor e quais produtos foram mantidos durante o período.

Dermatite Ocre

dermatite ocre

A dermatite ocre está relacionada à circulação venosa das pernas e pede cuidado da pele junto ao tratamento vascular.

O problema afeta pacientes que sofrem com doença venosa crônica, como varizes, por exemplo. Esses distúrbios causam hipertensão e extravasamento de sangue, o que acarreta a formação de zonas amarronzadas na pele.

Sintomas da dermatite ocre

As principais características desta doença são as manchas escuras na pele, que como explicado acima, possuem relação com o acúmulo de sangue. 

Em geral, a elevação das pernas pode ajudar no inchaço e no desconforto; a pigmentação costuma mudar mais lentamente.

Causas da dermatite ocre

A hipertensão venosa é a causa mais comum de dermatite ocre. Além do escape do próprio sangue, ocorre estímulo a um processo inflamatório.

Graças a esse processo inflamatório, a região se torna rica em hemossiderina, uma substância que contém ferro e tende a se fixar na pele. Esse pigmento contribui para a coloração amarronzada, sem representar contato com ferrugem de objetos.

Tratamento da dermatite ocre

O tratamento para a doença tem como objetivo o alívio dos sintomas e a prevenção de um problema crônico. 

Tratar a doença venosa é determinante para um bom prognóstico. 

A dermatite pode ser controlada por meio de cremes tópicos à base de corticoides. O controle do retorno venoso e da inflamação vem antes de discutir procedimentos para a pigmentação residual. 

A avaliação vascular orienta atividade, elevação das pernas e, quando adequada, compressão. A meia ou atadura é escolhida conforme a circulação e a necessidade de cada perna.

Hidratantes e óleos corporais também podem ser úteis. 

Ao comparar os tipos, foque no padrão que corresponde à sua pele: região, duração e resposta aos contatos. Algumas condições desta lista são comuns; outras precisam de investigação específica pelo aspecto e pela extensão. 

Agende uma avaliação para definir o tratamento da crise e o cuidado que continuará depois. Leve fotos de fases anteriores e os produtos usados para que o plano considere o que já ajudou e o que ficou difícil de manter.

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A Dra. Juliana Toma avalia a alteração e orienta tratamento e acompanhamento conforme o diagnóstico.

Dra. Juliana TomaDermatologista · CRM-SP 156490 · RQE 65521Formação e residência em Dermatologia pela UNIFESP-EPM.

Consulta particular de 1 hora, com avaliação dos sintomas e exame da pele de todo o corpo antes de qualquer tratamento. Os retornos são realizados com a mesma médica.

Dra. Juliana Toma durante uma consulta dermatológica.

Fotografia · ConsultaDra. Juliana Toma durante uma consulta dermatológica.

Dra. Juliana Toma

UNIFESP-EPM
Medicina e Dermatologia
AMB / SBD
Especialista e sociedade médica
Sírio-Libanês
Dermatologia Oncológica
HC-FMUSP
Tricologias, Discromias e Acne
Harvard Medical School
Pesquisa Clínica
CREMESP
Câmara Técnica 2018-2023
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Perguntas frequentes

Coceira significa alergia?

Coceira é um sintoma, não um diagnóstico. Ela pode acompanhar ressecamento, inflamação ou outras alterações; a distribuição das lesões e o que aconteceu antes ajudam a diferenciar essas situações.

Posso usar a mesma pomada que resolveu outra lesão?

O mesmo aspecto pode ter causas diferentes. O tratamento precisa corresponder ao problema atual; melhorar a coceira por algum tempo não confirma que a causa da lesão foi tratada.

Átrio da clínica visto do alto, com escada, ripado e jardim interno.
Fotografia da clínica · AmbienteArquitetura da clínica no Jardim Paulista.
Foto e descrição

Átrio da clínica visto do alto, com escada, ripado e jardim interno.

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Atendimento particularCom hora marcada
Localização
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Autoria do artigo e formação
Autoria médica
Dra. Juliana Toma

Dra. Juliana Toma

Dermatologia clínica, cosmiatria e tecnologias dermatológicas com avaliação médica individualizada.

Canais oficiais
Médica DermatologistaCRM-SP 156490 / RQE 65521

Médica formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM), com Residência Médica em Dermatologia pela UNIFESP-EPM, Título de Especialista em Dermatologia pela AMB e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Tem formação complementar em Dermatologia Oncológica pelo Instituto Sírio-Libanês, fellow em Tricologias, Discromias e Acne pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, e pós-graduação em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School.

Foi Conselheira do CREMESP e Coordenadora da Câmara Técnica de Dermatologia do CREMESP (2018-2023).

UNIFESP-EPMMedicina e DermatologiaAMB / SBDEspecialista e sociedade médicaSírio-LibanêsDermatologia OncológicaHC-FMUSPTricologias, Discromias e AcneHarvard Medical SchoolPesquisa ClínicaCREMESPCâmara Técnica 2018-2023

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