Doenças da pele · Dermatologia

11 min de leitura

Mancha branca no corpo é micose? Causas e sinais

Resposta dermatológica

Mancha branca pode ter várias causas. Veja o que descamação, localização e resposta ao tratamento revelam e por que a cor pode demorar a se recuperar.

Mancha branca no corpo é micose?

Mancha branca no corpo pode ser micose, mas também pode ser vitiligo, pitiríase alba, dermatite, cicatriz ou hipopigmentação após inflamação. Descamação fina, coceira, bordas, exposição solar e padrão de distribuição ajudam a diferenciar.

O tratamento pode usar antifúngico, cuidados para ressecamento ou uma estratégia para o pigmento, conforme a causa. O exame da superfície e, quando necessário, a coleta de escamas ajudam a escolher a primeira etapa.

Neste artigo
Descamação finaAumenta suspeita de micose, principalmente com coceira ou suor.
Sem descamaçãoPode sugerir outras causas de alteração de pigmento.
EspalhamentoNovas áreas e cor persistente são situações diferentes na evolução.

Perguntas comuns

Mancha branca de micose coça?

Pode coçar, mas nem sempre.

Sol piora?

Pode deixar o contraste mais visível e piorar algumas condições.

Quando o antifúngico ajuda?

Quando a mancha vem de micose. Na pitiríase versicolor, a descamação pode melhorar antes da cor.

Leia também: manchas brancas na pele, tinea corporis, pomada para mancha branca.

O que observar na mancha clara

Compare a superfície antes e depois do cuidado: continua soltando pequenas escamas? A coceira mudou? Essas respostas ajudam a acompanhar o tratamento além da cor.

Há descamação?A superfície descamativa pode orientar a suspeita de micose e a coleta de escamas.
Dúvida ampla?Para comparar todas as causas de manchas brancas, leia o guia principal de manchas brancas na pele.
Tratamento específico?Quando há suspeita de micose, o exame da pele e, se necessário, a coleta de escamas ajudam a escolher o antifúngico.

Leituras para comparar as causas: manchas brancas na pele, pomada para mancha branca, tratamento para micose.

Diferencial de manchas

Mancha branca no corpo: quando a micose entra na lista

Tinea / micose: Na pitiríase versicolor, conhecida como pano branco, o cuidado combina tratar a levedura e acompanhar a recuperação da tonalidade. Uma área clara que permanece após o esquema pode precisar de observação da cor, sem representar infecção ativa.

Descamação finaDescamação discreta e localização em tronco podem sugerir micose superficial, mas há outras causas.
Sol evidenciaAlgumas manchas ficam mais visíveis após sol porque a pele ao redor bronzeia.
Tratamento depende da causaO exame define se o objetivo é controlar fungos, inflamação ou acompanhar a volta da pigmentação.

Rotas úteis: manchas brancas, tinea corporis, pitiríase versicolor, infecções fúngicas.

Xampus, cremes e medicamentos orais têm indicações e formas de uso próprias para cada micose.

Tratamento por região: a extensão da micose e a formulação escolhida definem a área de aplicação, a frequência e a duração do esquema.

Ponto prático: Em pele morena, o contraste pode ficar mais evidente, sobretudo após bronzeamento da região ao redor. Para comparar, use fotos na mesma luz e posição. Observe também se a área tem descamação ou mudou de tamanho.

Coceira, descamação e cor podem melhorar em ritmos diferentes. Novas manchas ou escamas persistentes ajudam a avaliar a atividade da doença; uma diferença de tonalidade isolada pode refletir a recuperação do pigmento após o controle da micose. Ver caminho relacionado.

Uma mancha clara com descamação pode precisar de antifúngico; áreas ressecadas ou após inflamação têm outros cuidados. Na pitiríase versicolor, a descamação e a coceira podem melhorar antes de a cor voltar. A superfície da pele e o aparecimento de novas áreas ajudam a distinguir atividade da doença e recuperação do pigmento.

Resposta direta

Como avaliar manchas na pele?

O exame compara a cor com a pele ao redor, observa bordas e descamação e relaciona a mancha à sua evolução. Quando há dúvida sobre fungo, a coleta de pequenas escamas pode ajudar; em outras situações, a lâmpada de Wood ou outros exames são considerados. O plano separa tratar a causa da recuperação da cor. Depois de uma micose, por exemplo, a cor pode levar semanas ou meses para se uniformizar mesmo com a infecção já controlada.

Avaliação dermatológica

Cuidado direcionado para melhorar sua pele

Vermelhidão, coceira e descamação podem aparecer em problemas diferentes. O tratamento procura aliviar o desconforto e cuidar da causa, distinguindo inflamação, irritação e infecção conforme o aspecto e a evolução da pele.

O que o tratamento procura resolver
Causa da alteração
O aspecto, a distribuição e os contatos recentes ajudam a identificar o problema.
Sintomas presentes
Coceira, dor e sensibilidade precisam ser considerados junto com as lesões.
Recuperação da pele
Produtos e cuidados locais são ajustados à alteração, em vez de repetir uma pomada usada para outra queixa.
Explicação de imagens durante a consulta.
Explicação de imagens durante a consulta.

Mancha branca – micose

Micoses superficiais são comuns e têm tratamento. O medicamento e o tempo de uso dependem do fungo, da área afetada e da extensão; confirmar a causa ajuda a escolher o cuidado adequado.

Se a micose está nas unhas e não na pele, veja o artigo que falamos sobre a micose nas unhas.

Micoses têm apresentações diferentes. A pitiríase versicolor pode causar manchas claras ou escuras com descamação fina, sobretudo no tronco. Outras micoses formam placas arredondadas, com borda mais ativa e centro menos inflamado. A coceira pode estar presente, mas sua ausência não exclui micose. A localização varia conforme a micose. As infecções superficiais podem atingir:

  • Pés;
  • Pernas;
  • Braços;
  • Peito;
  • Costas;
  • virilha;

Calor, umidade e suor favorecem algumas micoses superficiais. A pitiríase versicolor pode voltar com mais frequência na época mais quente do ano, que é o verão. Recaídas frequentes na mesma época e região podem orientar um esquema de manutenção quando indicado. 

Além da diferença de cor, podem existir descamação e coceira. Dor, secreção ou inflamação importante devem ser examinadas, pois podem indicar outro problema associado.

A micose é causada por um fungo que afeta a camada mais superficial da pele, o estrato córneo.

Uma mancha clara pode permanecer depois de o fungo ser controlado. A recuperação do pigmento costuma ser mais lenta que a melhora da descamação.

Confirmada a micose, o tratamento é escolhido pela área e pela extensão. Xampus têm tempo de contato e enxágue definidos, enquanto cremes e outras apresentações seguem esquemas próprios. A formulação orienta como o medicamento alcança a superfície afetada.

Se as manchas brancas foram causadas pela micose, o tratamento consiste em:

  • Xampu antifúngico em indicações como a pitiríase versicolor, com área e tempo de contato orientados;
  • Antifúngicos em creme ou spray para aplicação nas regiões indicadas, conforme o diagnóstico;
  • Antifúngicos por via oral podem ser considerados em casos selecionados, como doença extensa ou resposta insuficiente ao tópico, após revisão dos medicamentos e do histórico de saúde;

O período de uso depende do diagnóstico, do medicamento e da área tratada; siga o esquema prescrito para esse caso.

A resposta é interpretada junto da área tratada e da regularidade de aplicação do medicamento.

Para avaliar a resposta, observe descamação, coceira e aparecimento de novas áreas, além da cor. Após o tratamento, uma diferença de tonalidade isolada pode ser recuperação do pigmento; descamação e novas áreas ajudam a definir a necessidade de mais antifúngico. 

Outros problemas que causam a mancha branca

Abaixo estão condições com aparências e frequências diferentes. O exame e a evolução orientam quais considerar em cada caso; a lista reúne causas comuns e situações menos frequentes:

  • Leucodermia Gutata ou Hipomelanose Gutata, ou Sardas brancas, ou Manchas solares
  • Pitiríase Versicolor
  • Pitiríase Alba
  • Vitiligo
  • Eczema
  • Hipomelanose progressiva
  • Hanseníase
  • Micose Fungóide hipopigmentada (Linfoma Cutâneo de célula T)

Agende sua consulta

Atendimento de segunda a sexta

Manchas solares ou Leucodermia Gutata

Também conhecidas por Hipomelanose Gutata ou Sardas brancas, as manchas solares são manchas brancas onde o pigmento da pele foi perdido.

Essas lesões geralmente não causam sintomas, medem de 1 a 3 milímetros (mm) e tendem a aparecer primeiro nas pernas antes de progredir para os braços, parte superior das costas e face.

Na leucodermia gutata, os pontos claros têm menos melanina, o pigmento da pele. Envelhecimento, exposição solar acumulada e predisposição individual participam desse padrão de manchas. Manchas solares também parecem correr em famílias. Eles são mais propensos a aparecer após a idade de 40 anos.

No entanto, eles são inofensivos e tratá-los é uma questão estética.

Quando a leucodermia gutata é confirmada, você pode conversar sobre o incômodo estético e as opções de cuidado. A proteção solar também ajuda a limitar o contraste com a pele ao redor.

Pitiríase versicolor

Também conhecida popularmente como pano branco, a Pitiríase Versicolor é uma micose superficial, causada pelo fungo Malassezia, que normalmente habitam o folículo piloso de pessoas sadias, sem causar doença. Porém, em situações favoráveis, essas leveduras podem crescer mais ativamente na superfície da pele, favorecendo o aparecimento da Pitiríase Versicolor. 

O fungo causa manchas brancas, escamosas. Ocasionalmente podem ser escuras ou avermelhadas, daí o nome versicolor. Essas manchas crescem de forma lenta e geralmente se agrupam.

Às vezes, os sintomas da tínea versicolor só podem ser notados quando uma pessoa tem um bronzeado. A condição é comum em ambientes quentes e úmidos; a quantidade e a extensão das manchas variam.

O tratamento consiste em antifúngicos tópicos ou ingeridos via oral. Complete o período prescrito mesmo se a descamação melhorar antes. Depois, confirme se há indicação de manutenção; apenas a cor residual não define a necessidade de prolongar o antifúngico. A recuperação da cor da pele pode demorar, mesmo após o término do tratamento.  Mantenha a fotoproteção: bronzear a pele ao redor pode deixar o contraste mais evidente.

Pitiríase alba

Caracteriza-se pelo surgimento de manchas brancas, com bordas mal definidas, geralmente assintomáticas, não associadas a coceira. Acomete principalmente crianças e na maioria das vezes localizam-se, principalmente no rosto,  mas também pode acometer o pescoço, os ombros e os braços. 

A pitiríase alba é uma forma leve de eczema, frequentemente associada à pele seca e à tendência atópica. O cuidado costuma priorizar hidratação e, quando necessário, controle da inflamação. As áreas podem ficar mais claras após uma fase inflamatória e depois recuperar a cor gradualmente. Ressecamento e bronzeamento da pele ao redor podem tornar o contraste mais evidente. 

Na maioria dos casos, o dermatologista pode firmar o diagnóstico correto apenas com o exame clinico das lesões. Em casos duvidosos, alguns exames adicionais como o exame com lâmpada de wood podem auxiliar no diagnóstico. Biópsia é raramente necessária na pitiríase alba. Ela fica para situações em que o exame e a evolução deixam dúvida sobre outra causa.

É muito comum a resolução espontânea apenas com o uso de cremes hidratantes, não sendo necessário, na maioria das vezes, tratamento específico.

Vitiligo

Vitiligo é uma doença que causa perda da cor da pele caracterizada por máculas totalmente amelanóticas, a cor é uniformemente branca leitosa ou calcária. A evolução varia: algumas áreas permanecem estáveis e outras mudam, por isso o acompanhamento compara extensão e novas lesões. A condição pode afetar a pele de qualquer parte do corpo. Também pode afetar os cabelos e o interior da boca.

O vitiligo ocorre quando as células que produzem melanina, os melanócitos,  morrem ou param de funcionar. A melanina é o pigmento responsável por determinar a cor do cabelo e da pele. A perda de pigmento pode envolver fatores que se combinam. Na avaliação, ganham relevância:

  • Um distúrbio do sistema imunológico (condição autoimune), onde o sistema imunológico prejudica por engano as células saudáveis.
  • História familiar (hereditariedade)
  • Um evento desencadeador, como estresse, queimadura de sol grave ou trauma na pele, como contato com um produto químico.

O vitiligo afeta pessoas de todos os tipos de pele, mas pode ser mais perceptível em pessoas com pele mais escura. A condição não é contagiosa,  geralmente não causa dor. A avaliação também considera condições associadas e o impacto que a alteração de cor tem para a pessoa.

Geralmente é simétrico, embora possa aparecer em apenas um lado do corpo. Áreas típicas afetadas pelo vitiligo incluem os joelhos, mãos, face, genitais e cabelos. Também pode afetar as mucosas, como o interior da boca e do nariz.

O tratamento busca controlar a atividade e favorecer a repigmentação. Medicamentos tópicos, fototerapia e outras opções são escolhidos conforme as áreas afetadas e a evolução. Fotos comparáveis ajudam a acompanhar estabilidade e recuperação da cor ao longo do plano.

Eczema

O eczema (dermatite atópica) é caracterizado por erupções cutâneas vermelhas e com coceira, com inchaços elevados. Essas erupções podem evoluir, quando em regressão com manchas brancas.

Áreas comumente afetadas incluem:

  • face
  • mãos
  • dobras dos braços e das pernas
  • pálpebras
  • pulsos

A erupção pode estar associada a coceira intensa, principalmente à noite. Coceira intensa pode interromper o sono e deixar a pele machucada. O tratamento pode cuidar da inflamação e da barreira enquanto a cor se recupera.

Com o tempo, as áreas do corpo mais afetadas pelo eczema podem tornar-se espessas, secas e escamosas.

Hidratação mantém a barreira; o tratamento da inflamação acompanha as áreas em crise.

O eczema é mais comum em crianças, mas pode afetar pessoas de qualquer idade.

Hipomelanose Maculosa Progressiva do Tronco

Muitas vezes confundida com pitiríase versicolor, a hipomelanose macular progressiva é caracterizada por manchas na região do tronco, principalmente na região lombar, em mulheres jovens de pele mais morena.

A avaliação diferencia esse padrão das micoses e organiza o acompanhamento da cor. Fototerapia e medicamentos tópicos podem ser considerados conforme o caso, com revisões para observar a extensão das manchas e a resposta.

Micose Fungoide Hipopigmentada (Linfoma Cutâneo de célula T)

A micose fungoide é  o linfoma cutâneo primário de células T mais comum. A variante hipopigmentada é atípica e rara. A forma hipopigmentada pode ocorrer em peles mais escuras, inclusive em crianças e jovens.
Pode ser caracterizada por manchas hipopigmentadas, associadas ou não a eritema, leve infiltração e coceira, principalmente em tronco e membros.
Apesar do nome, não é uma infecção por fungo: trata-se de um linfoma da pele. A evolução e o tratamento dependem do estágio e precisam de acompanhamento especializado. 
A fototerapia é uma das opções para fases selecionadas; medicamentos locais e outras terapias podem integrar o plano conforme a extensão e a avaliação.
Manchas claras / avaliação dermatológica

Exame da pele e plano para as manchas claras

A avaliação observa a distribuição, a descamação e a evolução das manchas. O cuidado pode tratar a micose, controlar uma inflamação ou acompanhar a volta da cor, conforme a alteração identificada.

Detalhe de exame dermatológico com dermatoscópio no punho
Exame da pele com dermatoscópio
Dra. Juliana Toma escuta paciente durante consulta dermatológica
Conversa sobre a evolução da pele
Jardim interno da Clínica Dra. Juliana Toma no Jardim Paulista
Jardim interno da clínica

Centro de Excelência em Dermatologia

Encontre o cuidado para a sua queixa de pele

A Dra. Juliana Toma avalia a alteração e orienta tratamento e acompanhamento conforme o diagnóstico.

Dra. Juliana TomaDermatologista · CRM-SP 156490 · RQE 65521Formação e residência em Dermatologia pela UNIFESP-EPM.

Consulta particular de 1 hora, com avaliação dos sintomas e exame da pele de todo o corpo antes de qualquer tratamento. Os retornos são realizados com a mesma médica.

Porta com a logomarca Dra. Juliana Toma e médica trabalhando à mesa ao fundo.

Fotografia · ConsultaConsultório da Dra. Juliana Toma.

Dra. Juliana Toma

UNIFESP-EPM
Medicina e Dermatologia
AMB / SBD
Especialista e sociedade médica
Sírio-Libanês
Dermatologia Oncológica
HC-FMUSP
Tricologias, Discromias e Acne
Harvard Medical School
Pesquisa Clínica
CREMESP
Câmara Técnica 2018-2023
Conhecer a formação da médica

Perguntas frequentes

Coceira significa alergia?

Coceira é um sintoma, não um diagnóstico. Ela pode acompanhar ressecamento, inflamação ou outras alterações; a distribuição das lesões e o que aconteceu antes ajudam a diferenciar essas situações.

Posso usar a mesma pomada que resolveu outra lesão?

O mesmo aspecto pode ter causas diferentes. O tratamento precisa corresponder ao problema atual; melhorar a coceira por algum tempo não confirma que a causa da lesão foi tratada.

Mais sobre o atendimento
Conhecer os tratamentosConhecer a equipeNOSSA ESTRUTURA

Clínica localizada na região dos Jardins em São Paulo

A clínica atende em Jardim Paulista, com estacionamento coberto e manobrista gratuito, estrutura para procedimentos dermatológicos e tecnologias selecionadas conforme indicação.

Lago interno, parede de seixos e janela circular da clínica.
Fotografia da clínica · AmbienteJardim interno da clínica na Alameda Jaú.
Foto e descrição

Lago interno, parede de seixos e janela circular da clínica.

Lago interno, parede de seixos e janela circular da clínica.
Abrir imagem original (nova aba)
Consulta
Atendimento particularCom hora marcada
Localização
Alameda Jaú, 695Jardim Paulista · São Paulo
Chegada
Estacionamento cobertocom manobrista gratuito
Autoria do artigo e formação
Autoria médica
Dra. Juliana Toma

Dra. Juliana Toma

Dermatologia clínica, cosmiatria e tecnologias dermatológicas com avaliação médica individualizada.

Canais oficiais
Médica DermatologistaCRM-SP 156490 / RQE 65521

Médica formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM), com Residência Médica em Dermatologia pela UNIFESP-EPM, Título de Especialista em Dermatologia pela AMB e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Tem formação complementar em Dermatologia Oncológica pelo Instituto Sírio-Libanês, fellow em Tricologias, Discromias e Acne pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, e pós-graduação em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School.

Foi Conselheira do CREMESP e Coordenadora da Câmara Técnica de Dermatologia do CREMESP (2018-2023).

UNIFESP-EPMMedicina e DermatologiaAMB / SBDEspecialista e sociedade médicaSírio-LibanêsDermatologia OncológicaHC-FMUSPTricologias, Discromias e AcneHarvard Medical SchoolPesquisa ClínicaCREMESPCâmara Técnica 2018-2023

Editora-Chefe do Portal Dermatologia.net.br. Colunista no Portal AtivoSaúde e Portal PEBMED.

Conheça a formação da Dra. Juliana Toma

Na mídiaConhecer participações na imprensa