Como tratar
urticária:
gatilhos e alerta

Resposta dermatológica

Placas que coçam e somem para aparecer em outro lugar podem ser urticária.

Urticária: como ajustar o controle das crises?

Crises que voltam ou ultrapassam seis semanas merecem um plano de acompanhamento. Saber quanto dura cada placa, fotografar as lesões e anotar medicamentos usados ajuda a diferenciar urticária aguda, crônica e induzível.

Anti-histamínicos ajudam a controlar coceira e placas. O acompanhamento ajusta a escolha e a duração conforme a frequência das crises e o efeito na rotina.

Neste artigo
AgudaDura dias ou semanas e pode vir após gatilho.
CrônicaPersiste ou recorre por mais de seis semanas.
AngioedemaRegistre também inchaços em lábios ou pálpebras e quanto duram.

Perguntas comuns

Urticária é alergia?

Nem sempre; pode ter outros mecanismos.

Coça muito?

Coceira intensa é comum.

Quando é emergência?

Falta de ar, dificuldade para engolir, língua ou garganta inchadas, ou sensação de desmaio pedem atendimento imediato.

Leia também: reações na pele e urticária, alergias cutâneas e prurido na pele.

Quando vale examinar: quando as placas voltam, atrapalham o sono ou pedem uso frequente de antialérgico, a consulta organiza o controle e a investigação que fizer sentido para o caso.

Urticária causa placas elevadas que coçam e podem mudar de lugar ao longo das horas. O tratamento costuma usar anti-histamínicos para aliviar os sintomas e considera a duração das crises, os possíveis gatilhos e a resposta da pele. Mesmo quando a causa não fica clara, é possível organizar um plano de controle.

Consulta médica

Menos coceira e um plano para as próximas crises.

Fotos das placas, duração dos episódios e resposta ao antialérgico ajudam a escolher o tratamento e ajustar o acompanhamento.

Urticária

O que observar entre uma crise e outra

Observe o que se repete nas crises e o que muda com o tratamento. O mapa abaixo ajuda a organizar um registro curto para o retorno, mesmo quando a pele estiver sem placas no dia da consulta.

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Duração

Anote a data da primeira crise e quantos dias da semana tiveram placas; o tempo de cada lesão será comparado separadamente.

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Gatilhos

Infecção recente, medicamento, alimento, calor, pressão, exercício e estresse ajudam a montar a linha do tempo clínica.

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Impacto

Conte se a coceira interrompe o sono, dificulta o trabalho ou leva a doses extras. Esses detalhes mostram quanto o plano atual controla os sintomas.

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Controle

Antialérgicos, ajuste de gatilhos e investigação de causas associadas são organizados conforme frequência, intensidade e resposta.

O que muda na avaliação

O registro mostra a frequência das crises e a resposta ao medicamento. Com isso, a consulta define o que manter, se a dose ou o produto merecem ajuste e quais exames responderiam a uma dúvida concreta.

Resposta direta

Quando procurar dermatologista?

Na urticária, a consulta compara a duração de cada placa com o período total das crises. Fotografias, horários, medicamentos e possíveis estímulos, como calor ou pressão, ajudam a definir o plano de controle.

O que é urticária?

As placas da urticária também são chamadas de vergões. Urticária é uma reação da pele, nem sempre alérgica, que tem como principais características vermelhidão, inchaço, coceira e o aparecimento de placas em relevo na pele. Tais lesões podem se desenvolver nas mais diversas partes do corpo.

Além disso, se manifestam isoladamente ou em conjunto, variando ainda em seu tamanho e forma.  Geralmente, a doença acontece por meio de surtos, surgindo em qualquer período. As manchas aparecem sobre a pele, permanecem por algumas horas e podem desaparecer completamente sem deixar nenhuma marca.  A urticária pode ocorrer em qualquer idade, inclusive em crianças. A escolha do medicamento considera idade, outros tratamentos e resposta ao uso. Conte também se já teve episódios semelhantes e como foram controlados.

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Avaliação dermatológica

Cuidado direcionado para melhorar sua pele

Vermelhidão, coceira e descamação podem aparecer em problemas diferentes. O tratamento procura aliviar o desconforto e cuidar da causa, distinguindo inflamação, irritação e infecção conforme o aspecto e a evolução da pele.

O que o tratamento procura resolver
Causa da alteração
O aspecto, a distribuição e os contatos recentes ajudam a identificar o problema.
Sintomas presentes
Coceira, dor e sensibilidade precisam ser considerados junto com as lesões.
Recuperação da pele
Produtos e cuidados locais são ajustados à alteração, em vez de repetir uma pomada usada para outra queixa.

Tipos de urticária 

A urticária é classificada em diferentes tipos conforme sua duração e sua causa. Veja a seguir.

Duração da lesão ≠ duração do quadro

Na urticária, observe dois relógios

Uma placa pode desaparecer enquanto outra surge. Por isso, a duração de uma lesão e o tempo total das crises contam histórias diferentes.

Uma mesma placa

Em geral, desaparece em até 24 horas. Anote quando surgiu e se continua exatamente no mesmo lugar.

O conjunto das crises

As lesões podem ir e voltar por semanas. Recorrência por mais de seis semanas entra na avaliação de urticária crônica.

Conte na consulta: placa que dura mais de 24 horas no mesmo local, dói ou deixa marca roxa. Isso pode mudar a investigação.

Para registrar a evolução: fotografe a mesma região em horários diferentes e conte se a placa sumiu por completo ou apenas mudou de cor.

Classificação conforme tempo de duração 

Urticária aguda: crises com duração total de até seis semanas. Cada placa costuma desaparecer antes disso. Urticária crônica: quando os sintomas possuem uma duração superior a um mês e meio.

Classificação conforme causa

Urticária induzível: quando as lesões são provocadas de forma reprodutível por estímulos como frio, calor, pressão ou fricção; não é sinônimo de qualquer urticária com causa identificada. Urticária espontânea: as placas aparecem sem um estímulo externo reproduzível, como pressão ou frio. O controle é possível mesmo quando não se identifica um desencadeador.  A história das crises ajuda a decidir quais associações merecem investigação.

Causas da urticária

Na urticária, a liberação de histamina e de outros mediadores na pele participa da formação das placas e da coceira. Isso pode acontecer com ou sem alergia identificável. A consulta distingue estímulos que se repetem antes das placas de acontecimentos apenas coincidentes. Anote a sequência, o intervalo e se houve resposta parecida em outro dia.

Histórico de saúde

Infecções recentes e algumas condições, incluindo doenças autoimunes, entram na avaliação conforme a história. Em vez de solicitar uma lista igual de exames para todos, a consulta organiza informações como:

  • Gripe ou outro quadro infeccioso recente
  • Infecções bacterianas ou fúngicas
  • Doença da tireoide já diagnosticada e exames anteriores
  • Outras condições em acompanhamento e seus medicamentos
  • Placas que permanecem no mesmo lugar, doem ou deixam marca
  • Datas de início das crises e mudanças na saúde nesse período
  • Exames já realizados para evitar repetir avaliações
  • Resposta aos tratamentos usados nos episódios anteriores

Fatores Emocionais

Estresse e mudanças no sono podem acompanhar pioras em algumas pessoas. Conte se esse padrão se repete e se a coceira também prejudica o descanso. O relato ajuda a organizar o cuidado dos sintomas dentro da sua rotina. Entre os fatores relatados, o estresse e a ansiedade merecem destaque.

Fatores Alimentares

Em algumas pessoas, a urticária pode ser desencadeada por alimentos específicos. A suspeita considera o intervalo após comer e a repetição da reação. A lista traz exemplos, sem indicar que todos devam ser retirados:

  • Ovos
  • Leite
  • Frutos do mar
  • Amendoins, avelãs, sementes, nozes

Medicamentos e exposições

Medicamentos podem iniciar ou agravar crises em algumas pessoas. Leve nomes, doses e horários, incluindo remédios usados ocasionalmente. A avaliação compara essa sequência com o aparecimento das placas, por exemplo após:

  • Um medicamento iniciado ou trocado recentemente
  • Antibióticos como penicilina, quando há relação temporal com a reação
  • Ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios

Contato e estímulos físicos

O contato com uma substância e os estímulos físicos podem provocar urticária em situações diferentes. Conte se a placa aparece logo no local do contato ou após estímulos como pressão e temperatura:

  • Contato com látex
  • Contato com pelo de animais
  • Pressão sobre a pele
  • Exposição ao sol
  • Temperatura (exposição ao frio ou calor)
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Sintomas de urticária

Os vergões são a manifestação mais característica da urticária. São placas elevadas, com tamanhos e formas variados, geralmente acompanhadas de coceira. A cor pode ser avermelhada, semelhante à pele ou mais escura; fotografar com boa luz ajuda a mostrar o relevo. O intervalo entre uma exposição e as placas varia. Registre o horário em que percebeu a primeira lesão e o que ocorreu antes, sem confundir a duração de uma placa com a duração total das crises.

O inchaço mais profundo é chamado angioedema e pode acompanhar as placas ou aparecer separadamente. Conte onde ocorreu, quanto durou e quais outros sintomas estavam presentes. O plano inclui orientação específica se houver risco de uma reação com comprometimento respiratório ou circulatório.

Diagnóstico

O diagnóstico relaciona o aspecto da pele à duração das lesões. A causa nem sempre fica definida, mas o padrão e a resposta anterior permitem iniciar e ajustar o controle dos sintomas. Ao longo da consulta o médico irá fazer algumas perguntas relevantes a respeito dos sintomas e do seu histórico de saúde.  Leve também informações sobre seu histórico de saúde, como:

  • Histórico de alergias na infância
  • Histórico familiar de alergias
  • Presença de doenças do sistema imunológico

Para uma crise já resolvida, conte a sequência dos sintomas: placas, coceira, inchaço e qualquer manifestação fora da pele. 

Registros do atendimento e medicamentos administrados ajudam a esclarecer o episódio e a preparar orientações para uma próxima crise.  Conte qual medicamento trouxe alívio, em quanto tempo e por quanto tempo. Inclua sonolência ou dificuldade de manter os horários. Essas informações ajudam a escolher uma apresentação que controle a coceira e seja compatível com trabalho, estudo e deslocamentos.  Mostre se as crises mudaram depois de iniciar o tratamento: menos dias com placas, menor coceira ou melhora do sono são respostas úteis para comparar no retorno.  Quando existe uma hipótese que o relato e o exame não esclarecem, os testes são escolhidos para responder a essa dúvida, considerando o padrão das crises.

Exame físico

O exame físico complementa a anamnese e confirma se as lesões têm padrão compatível com urticária. A dermatologista observa formato, relevo, vermelhidão, distribuição, tempo de permanência de cada vergão e presença de angioedema.

Fotos de inchaço nos lábios ou nas pálpebras ajudam quando o episódio já passou. Mostre também imagens das placas de perto e de uma área maior, para registrar o relevo e a distribuição.

A avaliação também verifica se cada lesão desaparece em menos de 24 horas e reaparece em outros pontos, padrão comum da urticária. Lesões fixas, dolorosas, roxas, descamativas ou acompanhadas de febre mudam a investigação.

Em casos selecionados, estímulos como pressão, frio, calor ou fricção ajudam a investigar urticárias físicas. Testes de provocação são realizados em ambiente adequado, conforme a suspeita. A avaliação define como reproduzir o estímulo e interpretar a resposta.

Exames Complementares

Os exames complementares são escolhidos conforme a duração das crises e os achados da consulta. Um hemograma pode fazer parte da investigação quando indicado. Ele avalia as células do sangue, incluindo os eosinófilos. Outros exames são selecionados conforme os achados, por exemplo uma avaliação da tireoide quando a história justifica. Leve os resultados anteriores e informe o uso de suplementos ou medicamentos.

Testes alérgicos na pele ou no sangue podem ajudar quando há suspeita de uma exposição específica. A escolha considera a história da reação; um painel amplo não é necessário para todo quadro de urticária.  A necessidade de outro exame depende da hipótese levantada na consulta. O pedido deve esclarecer qual dúvida será investigada e como o resultado pode mudar o cuidado.  Uma biópsia pode ser considerada quando há características atípicas, como lesão fixa, dolorosa ou que deixa manchas roxas, para investigar outros diagnósticos. A persistência das crises, sozinha, não torna esse exame obrigatório.

Como tratar urticária

Alguns episódios desaparecem em pouco tempo, mas a coceira pode ser tratada para melhorar o conforto. Quando as crises se repetem, o plano organiza anti-histamínicos, gatilhos reconhecidos e acompanhamento. A causa nem sempre é identificada; o controle dos sintomas continua sendo possível.

Como usar a informação sobre gatilhos

Quando um gatilho é reconhecido, ajustar a exposição pode reduzir novas crises. Vale anotar a sequência dos acontecimentos: o que ocorreu antes, quanto tempo depois surgiram as placas e se a mesma situação se repetiu.

Calor, pressão, frio e determinados medicamentos são exemplos que podem orientar a investigação. Testes são escolhidos conforme essa história; retirar muitos alimentos ou produtos ao mesmo tempo dificulta perceber o padrão e pode tornar a rotina desnecessariamente restritiva.

Quando não há um desencadeador claro, o tratamento segue focado em controlar a coceira e os vergões. A resposta ao medicamento e a frequência das crises ajudam a ajustar o acompanhamento ao longo do tempo.

Medicamentos anti-histamínicos

O uso de anti-histamínicos, também chamados antialérgicos, costuma iniciar o controle da coceira e das placas. A escolha considera a duração do efeito e a possibilidade de sonolência. Tais medicamentos são recomendados mesmo quando não é possível a identificação da causa do problema. 

Alguns anti-histamínicos podem ser mantidos por períodos prolongados quando necessários. A escolha considera efeito na coceira, sonolência, outros medicamentos e rotina de trabalho. O acompanhamento ajusta o produto e a dose conforme a resposta, inclusive quando as crises continuam apesar do primeiro esquema.

Medicamentos corticoides

Em uma exacerbação intensa, um corticoide por via oral pode ser usado por um período curto em situações selecionadas. A prescrição define início, duração e o plano que continuará para controlar as crises.  A terapia com corticoides como a Prednisolona tem potencial anti-inflamatório, agindo diretamente sobre a reação que caracteriza a urticária.

A avaliação considera outros medicamentos e condições como diabetes e hipertensão antes de indicar o curso. Leve tratamentos usados em crises anteriores e conte como respondeu a eles.  Ao final desse período, confirme qual será a rotina de controle e quando reavaliar se as placas continuarem aparecendo.

Quando o primeiro tratamento não controla as crises

Na urticária crônica, o acompanhamento ajusta o controle dos sintomas e pode incluir outras opções se o anti-histamínico não for suficiente. Corticoides sistêmicos não são tratamento de manutenção rotineiro; em situações selecionadas, o médico pode indicar um curso curto para uma exacerbação. Omalizumabe é uma das opções consideradas em urticária crônica espontânea selecionada. A escolha depende do controle obtido com as etapas anteriores e do acompanhamento médico, mesmo sem um gatilho identificado.

Caneta de Epinefrina

A adrenalina, também chamada epinefrina, é o tratamento de primeira linha da anafilaxia, uma reação alérgica grave que pode comprometer a respiração e a circulação. Deve ser administrada rapidamente por via intramuscular e não é indicada para tratar apenas a urticária isolada.

Inchaço da língua ou garganta, falta de ar, chiado, tontura ou desmaio durante uma reação alérgica exigem atendimento imediato. Se você tem um autoinjetor prescrito, use-o prontamente na face externa da coxa, conforme o treinamento recebido. Acione o SAMU pelo 192, mesmo que os sintomas melhorem após a aplicação.

Para pacientes com risco de anafilaxia, o médico deve definir um plano de emergência e orientar sobre o acesso ao autoinjetor, quando e como usá-lo. Esse planejamento inclui treinamento do paciente e familiares, porte do dispositivo e conferência de sua validade.

Dipirona não trata a urticária e pode desencadear reações em algumas pessoas. Se a crise começou após um medicamento, registre o nome e o horário para avaliação. A escolha do tratamento da coceira considera esse histórico e a resposta aos anti-histamínicos.

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Como acompanhar o tratamento na rotina

Um registro breve ajuda mais do que tentar lembrar todos os detalhes no retorno. Escolha informações que mostrem o controle da pele e o efeito na rotina. 

  • Quando um gatilho já foi confirmado, organize alternativas na rotina para reduzir a exposição. 
  • Anote quantos dias tiveram placas e se a coceira interrompeu seu sono ou suas atividades. 
  • Deixe por escrito as orientações médicas. Confirme o horário, a duração do uso e como agir se uma dose não controlar os sintomas. 
  • Compressas frescas podem aliviar a coceira quando o frio não desencadeia suas lesões. Roupas confortáveis e menos atrito também ajudam durante as crises. 
  • Leve nomes e horários dos medicamentos, incluindo doses extras, e informe sonolência ou outros efeitos que dificultaram seu uso. 

Sono e manejo do estresse podem fazer parte do cuidado, junto ao tratamento dos sintomas. A urticária pode ocorrer mesmo sem uma relação clara com fatores emocionais.

Dermatologia clínica / diagnóstico

Quem examina a sua pele

A duração das placas e a resposta ao antialérgico orientam o plano para reduzir a coceira, organizar o uso do medicamento e acompanhar crises recorrentes.

Dra. Juliana Toma explica pontos da face com material de anatomia na consulta
Avaliação facial em consulta
Dra. Juliana Toma higieniza a pele da paciente antes do procedimento
Limpeza de pele pré-procedimento
Lago do jardim interno da Clínica Dra. Juliana Toma
Jardim interno

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre urticária

Urticária pode ser aguda, recorrente ou crônica. A investigação depende do tempo de evolução, gatilhos, medicamentos, infecções recentes e sinais de angioedema.

Urticária sempre é alergia alimentar?

Não. Alimentos podem desencadear alguns casos, mas urticária também pode ocorrer por infecções, medicamentos, calor, frio, pressão, exercício, estresse ou sem causa clara identificável.

Quando a urticária é considerada crônica?

Quando as crises persistem ou voltam por mais de seis semanas. O acompanhamento ajusta o controle conforme frequência, intensidade e resposta ao medicamento.

Coceira com placas que somem e voltam é típico?

Sim, placas de urticária costumam mudar de lugar e desaparecer sem deixar marca fixa. Lesões que duram mais de 24 horas no mesmo ponto, doem ou deixam manchas exigem outra investigação.

O que registrar se a pele está normal no dia da consulta?

Leve fotos de perto e de uma área maior, com data e horário. Conte quanto durou a placa fotografada e qual medicamento usou naquele dia.

Como perceber que o antialérgico precisa de ajuste?

Conte se ainda surgem placas, se a coceira atrapalha o sono ou se o remédio causa sonolência. A avaliação usa essas informações para ajustar produto, dose ou etapa do tratamento.

Fontes consultadas: DermNet sobre urticária, AAD sobre urticária.

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A Dra. Juliana Toma avalia a alteração e orienta tratamento e acompanhamento conforme o diagnóstico.

Dra. Juliana TomaDermatologista · CRM-SP 156490 · RQE 65521Formação e residência em Dermatologia pela UNIFESP-EPM.

Consulta particular de 1 hora, com avaliação dos sintomas e exame da pele de todo o corpo antes de qualquer tratamento. Os retornos são realizados com a mesma médica.

Porta com a logomarca Dra. Juliana Toma e médica trabalhando à mesa ao fundo.

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Dra. Juliana Toma

UNIFESP-EPM
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Tricologias, Discromias e Acne
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Câmara Técnica 2018-2023
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Perguntas frequentes

Coceira significa alergia?

Coceira é um sintoma, não um diagnóstico. Ela pode acompanhar ressecamento, inflamação ou outras alterações; a distribuição das lesões e o que aconteceu antes ajudam a diferenciar essas situações.

Posso usar a mesma pomada que resolveu outra lesão?

O mesmo aspecto pode ter causas diferentes. O tratamento precisa corresponder ao problema atual; melhorar a coceira por algum tempo não confirma que a causa da lesão foi tratada.

Lago interno, parede de seixos e janela circular da clínica.
Fotografia da clínica · AmbienteJardim interno da clínica na Alameda Jaú.
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Lago interno, parede de seixos e janela circular da clínica.

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Autoria médica
Dra. Juliana Toma

Dra. Juliana Toma

Dermatologia clínica, cosmiatria e tecnologias dermatológicas com avaliação médica individualizada.

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Médica DermatologistaCRM-SP 156490 / RQE 65521

Médica formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM), com Residência Médica em Dermatologia pela UNIFESP-EPM, Título de Especialista em Dermatologia pela AMB e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Tem formação complementar em Dermatologia Oncológica pelo Instituto Sírio-Libanês, fellow em Tricologias, Discromias e Acne pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, e pós-graduação em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School.

Foi Conselheira do CREMESP e Coordenadora da Câmara Técnica de Dermatologia do CREMESP (2018-2023).

UNIFESP-EPMMedicina e DermatologiaAMB / SBDEspecialista e sociedade médicaSírio-LibanêsDermatologia OncológicaHC-FMUSPTricologias, Discromias e AcneHarvard Medical SchoolPesquisa ClínicaCREMESPCâmara Técnica 2018-2023

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