Cosmiatria · Dermatologia

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Tratamento de varizes –
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Jardins, São Paulo · Consulta particular · Plano individual

Vamos falar sobre tratamento de varizes? Neste artigo explicamos em detalhes o que elas são, porque é importante tratá-las e como é feito o tratamento.

Neste artigo

O tratamento de varizes combina duas decisões: aliviar sintomas nas pernas e tratar as veias que apresentam refluxo. Vasinhos finos e veias salientes nem sempre precisam da mesma técnica. O exame identifica o calibre e o trajeto; o ultrassom pode mostrar de onde vem o fluxo alterado. As varizes são comuns, e informações da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular ajudam a entender sua relação com a circulação. A mesma fonte descreve fatores que favorecem o aparecimento das varizes. O objetivo pode ser melhorar a aparência, reduzir peso e inchaço ou cuidar de alterações da pele. Essa diferença orienta a escolha entre medidas de conforto, escleroterapia e procedimentos venosos.

Para muitas pessoas, as varizes evoluem lentamente e causam principalmente desconforto ao final do dia. Quando existem dor frequente, edema ou alterações da pele, a avaliação vascular ajuda a localizar a veia responsável e a organizar o tratamento. O planejamento considera o refluxo identificado no exame e as atividades que precisam ser retomadas após o procedimento. O tamanho visível da veia, sozinho, não define a técnica nem a urgência do cuidado. Pernas que incham após horas em pé, por exemplo, merecem uma análise diferente de vasinhos isolados que incomodam apenas pela aparência. A seguir, você encontra o que cada abordagem faz: compressão e movimento auxiliam o retorno venoso; aplicações, ablação e cirurgia tratam veias selecionadas.

Consulta médica

Pernas pesadas ou vasos visíveis: qual é o foco do cuidado?

A pele das pernas pode apresentar ressecamento, coceira e mudança de cor junto às varizes. A avaliação dermatológica cuida dessas alterações e identifica quando a investigação com angiologista ou cirurgião vascular precisa integrar o plano.

Resposta direta

Vasinhos e varizes: como organizar a avaliação?

Vasinhos finos, veias salientes e inchaço são achados diferentes. O angiologista ou cirurgião vascular avalia o fluxo e as opções para as veias; a dermatologia participa do cuidado com eczema, ressecamento e manchas da pele. Dor e inchaço súbitos em uma perna ou sangramento pedem atendimento rápido. Se vierem com falta de ar ou dor no peito, procure emergência.

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O que são as varizes?

Varizes são veias dilatadas e tortuosas que podem ficar salientes sob a pele. Já os vasinhos, também chamados telangiectasias, são ramificações mais finas nas camadas superficiais da pele. O relevo, a distribuição e os sintomas ajudam a diferenciar essas apresentações durante o exame. Ter familiares com varizes aumenta a predisposição, mas o problema não se resume a uma falta de colágeno ou elastina que possa ser corrigida com suplemento.

A parede da veia e o funcionamento de suas válvulas participam do retorno venoso. Quando há refluxo, parte do sangue volta no sentido contrário ao desejado e aumenta a pressão naquele segmento. A gestação, o envelhecimento e o tempo prolongado em pé ou sentado também influenciam o aparecimento e os sintomas.

O excesso de peso pode aumentar a pressão sobre as pernas; a avaliação reúne esses fatores com o padrão das veias e a história de cada pessoa.

Essa relação explica por que tratar um vasinho superficial e corrigir refluxo de uma veia maior são objetivos diferentes, mesmo quando ambos aparecem na mesma perna.

Estria

O cuidado começa na avaliação

Pele das pernas e circulação: organize o cuidado

Coceira, manchas e ressecamento podem receber avaliação dermatológica. Varizes e sintomas de circulação também pedem avaliação com angiologista ou cirurgião vascular.

  1. Coceira e ressecamento
  2. Manchas e alterações da pele
  3. Integração com avaliação vascular
Duas avaliações que podem se complementar
Pele
O exame identifica dermatite, pigmentação, ressecamento ou feridas e organiza os cuidados locais.
Circulação
A equipe vascular avalia sintomas venosos e decide sobre exames, compressão ou procedimentos.

Por que elas surgem?

A circulação venosa depende de um caminho de retorno: o sangue que chegou às pernas precisa subir novamente em direção ao coração. As pernas ficam abaixo do coração durante boa parte do dia. Por isso, a ação dos músculos e das válvulas das veias tem um papel importante nesse trajeto. A panturrilha funciona como uma bomba muscular: ao caminhar, sua contração comprime as veias e ajuda a deslocar o sangue.

As artérias levam sangue do coração aos tecidos; as veias fazem o caminho de volta. Nas pernas, existem redes superficiais e profundas conectadas. O exame vascular identifica em qual segmento ocorre refluxo e como as demais veias estão funcionando. Esse mapa é mais útil para o tratamento do que olhar somente a cor do vaso na superfície.

Quando estamos em pé, a gravidade dificulta o retorno do sangue das pernas. Ficar muito tempo parado reduz a ajuda que o movimento da panturrilha oferece. As válvulas no interior das veias se abrem para permitir a passagem do sangue e se fecham para evitar que ele volte para baixo. Quem fornece o impulso muscular é a panturrilha em movimento; as válvulas orientam o sentido do fluxo. Elas não empurram o sangue por conta própria. Nas veias com refluxo, o fechamento das válvulas é insuficiente.

O sangue pode então retornar e permanecer por mais tempo naquele segmento. Esse funcionamento ajuda a explicar a sensação de peso que aparece ao longo do dia e o alívio que algumas pessoas sentem ao elevar as pernas.

Com o aumento da pressão, a veia pode se dilatar e ficar tortuosa. O ecodoppler permite observar esse fluxo e localizar os segmentos que precisam ser tratados.

Sintomas das varizes

As varizes podem ficar salientes e azuladas; o desconforto tende a aparecer após períodos prolongados em pé e pode melhorar com as pernas elevadas.  Além da aparência, a avaliação considera os sintomas abaixo. Câimbras e queimação também podem ter outras causas, por isso são interpretadas junto ao exame das pernas:

  • Dor nas pernas
  • Câimbras
  • Queimação na perna e planta dos pés
  • Inchaço ao final do dia
  • Coceiras leves ou constantes
  • Cansaço e sensação de fadiga
  • Peso nas pernas
  • Veias azuladas e visíveis abaixo da pele
  • Agrupamentos de vasos avermelhados

Diagnóstico

As veias visíveis fazem parte do diagnóstico, mas o exame também observa edema, alterações da pele e o padrão do desconforto. Uma veia saliente não mostra, sozinha, todo o caminho do refluxo. O relato mais útil descreve quando as pernas pesam, se o inchaço melhora ao acordar e se uma perna mudou de forma diferente da outra. Na consulta, o histórico inclui varizes na família, gestação, trombose anterior e tratamentos já realizados. O exame das pernas, frequentemente em pé, permite observar os trajetos e relacioná-los aos sintomas e às alterações da pele. Quando há indicação de investigar refluxo ou planejar um procedimento, o ecodoppler acrescenta o mapa do fluxo nas veias superficiais e profundas.

Exames complementares

O ecodoppler costuma ser o exame de referência para mapear refluxo. A flebografia tem um papel diferente e é reservada a situações específicas: 

Flebografia A flebografia usa contraste e imagens de raios X para visualizar veias. Hoje, não é um exame de rotina para vasinhos ou varizes: o ultrassom costuma responder à avaliação inicial. Exames com contraste ficam para dúvidas específicas sobre a anatomia ou o fluxo que precisam de investigação adicional. 

Ecodoppler O ecodoppler mostra as veias e o sentido do sangue em movimento, sem injeção de contraste. Ele localiza refluxo, verifica o sistema profundo e ajuda a planejar a técnica e os segmentos tratados. Também é usado quando há suspeita de trombose; fazer o exame, por si só, não previne complicações.

estrias no abdome

A importância do diagnóstico precoce para o tratamento

A avaliação dos sintomas e do refluxo define o papel do tratamento de varizes. Algumas pessoas precisam principalmente de alívio do desconforto; outras se beneficiam de tratar a veia que mantém o refluxo. A decisão depende do exame e do impacto no dia a dia, não apenas de há quanto tempo as veias apareceram.  As medidas abaixo têm funções próprias. Movimento e compressão podem melhorar sintomas; a indicação de tratar uma veia continua ligada ao refluxo e à avaliação vascular.

Meias elásticas

A compressão graduada ajuda o retorno venoso e pode aliviar peso e inchaço. A pressão e o comprimento da meia são escolhidos conforme o exame, as medidas da perna e o objetivo do uso. Uma meia adequada fica ajustada, sem dobras ou faixas enroladas. Dor, mudança de cor dos dedos ou desconforto importante pedem revisão do ajuste e da indicação, em vez de insistir no uso. Em geral, a meia é colocada pela manhã e retirada para dormir, conforme a orientação recebida. Ela pode fazer parte do controle dos sintomas ou da recuperação de um procedimento; não substitui automaticamente o tratamento de refluxo.

Medicamentos flebotônicos

Flebotônicos são medicamentos usados em alguns casos para aliviar sintomas venosos, como peso, desconforto e sensação de inchaço. Sua função é complementar o plano, com escolha e duração definidas para cada pessoa. O alívio dos sintomas é diferente de fechar uma veia com refluxo. Esses medicamentos não substituem escleroterapia, ablação ou cirurgia quando uma dessas técnicas está indicada. Para acompanhar a resposta, vale comparar o peso nas pernas e o inchaço ao final de dias com atividade semelhante. A melhora e o tempo de uso dependem da substância e do quadro; não há uma regra única de trinta dias para toda a classe. As fórmulas são diferentes entre si, e algumas têm origem vegetal. A escolha considera outros medicamentos em uso e a tolerância; origem natural não equivale a ausência de efeitos adversos.

Atividade física

Caminhar ativa a panturrilha e ajuda o sangue a retornar das pernas. Pequenas pausas para movimentar os tornozelos são uma forma prática de reduzir longos períodos completamente parado. Para quem trabalha sentado ou em pé, distribuir movimento ao longo do dia pode ser mais viável do que concentrar toda a atividade em um único horário. O cuidado com o peso entra no plano quando pertinente, sem depender de uma dieta específica para varizes. Caminhada e bicicleta são opções que movimentam as pernas. A atividade deve caber no condicionamento e na recuperação de eventuais procedimentos, com progressão confortável e regular.

Estrias

Tratamento de varizes

As técnicas atuam de modos diferentes: a escleroterapia fecha o vaso com uma substância, a ablação usa energia dentro da veia e a cirurgia remove segmentos selecionados. O ecodoppler e o exame orientam qual dessas funções é necessária.

Sem cirurgia

Aplicações de esclerosante podem tratar vasinhos e varizes selecionadas. A substância é usada na forma líquida ou de espuma, conforme o tipo de vaso e o planejamento. O calibre importa, mas o trajeto e a presença de refluxo também orientam a técnica. Vasos maiores podem ser tratados com espuma guiada por ultrassom em situações apropriadas. O objetivo é fechar o segmento escolhido e acompanhar sua resposta, com possibilidade de etapas complementares.

Escleroterapia para varizes

A escleroterapia injeta uma substância dentro do vaso a ser tratado. Para vasinhos superficiais, o planejamento considera a área, a distribuição e o calibre, além da relação com outras veias da perna. A substância provoca uma reação na parede interna e o fechamento gradual do vaso. A técnica é feita por profissional habilitado; a avaliação vascular esclarece quando é necessário tratar também uma veia que alimenta aquele conjunto de vasos. O clareamento ocorre progressivamente. O retorno serve para examinar a resposta, áreas residuais e eventuais manchas, e então definir se há indicação de outra etapa, em vez de fixar o resultado final para um mês.

Escleroterapia com espuma para varizes

A espuma amplia o contato do esclerosante com a parede da veia. Ela pode ser usada em vasos de diferentes calibres, inclusive veias maiores em casos selecionados; não existe uma regra geral que limite essa técnica a dois milímetros.

A aplicação é feita dentro da veia. O ultrassom permite acompanhar a posição da agulha e a distribuição da espuma no trajeto escolhido. O segmento tratado fecha e deixa de conduzir o fluxo indesejado. A escolha entre espuma e ablação considera o mapa do refluxo, a anatomia e as condições da pessoa. O acompanhamento verifica se a veia fechou e se os sintomas melhoraram. Uma imagem residual na pele e uma veia ainda com refluxo são achados distintos.

Quando sobra um segmento a tratar, o plano pode incluir outra aplicação ou uma técnica complementar, definida a partir da resposta da etapa anterior.

Cirurgias

A ablação endovenosa e a cirurgia são opções para tratar veias com refluxo. Na ablação, a veia é fechada por dentro; na cirurgia, segmentos selecionados são retirados. A escolha não depende apenas de a variz parecer grande. O trajeto da veia, o refluxo, tratamentos anteriores e a adequação de cada técnica entram no planejamento. Na recuperação, a liberação para caminhar, trabalhar e fazer exercícios é organizada conforme o procedimento realizado.

Cirurgia convencional

A cirurgia pode ser indicada quando é a opção mais adequada para a anatomia e o refluxo encontrados. Veias calibrosas também podem ser candidatas a técnicas endovenosas; seu tamanho isolado não obriga à retirada convencional. O procedimento remove os segmentos planejados por incisões. A extensão varia, assim como o tipo de anestesia; em muitos casos, a alta ocorre no mesmo dia. A recuperação inclui cuidados com curativos, movimento e, quando indicada, compressão. O retorno ao trabalho depende da extensão e da atividade exercida; repouso absoluto por quinze dias não é uma orientação universal.

Cirurgia a laser 

No laser endovenoso, uma fibra é posicionada dentro da veia com auxílio do ultrassom. A energia aquece sua parede e fecha o trajeto tratado, sem precisar retirar toda a veia por incisões. A radiofrequência também é uma forma de ablação térmica endovenosa. Essas técnicas podem tratar refluxo em veias safenas quando sua anatomia permite; o planejamento confirma o fluxo nas demais veias e os segmentos envolvidos. A recuperação costuma permitir retorno mais cedo a atividades usuais do que a cirurgia convencional, mas a programação é individual. Caminhada, trabalho e exercício intenso têm exigências diferentes e recebem orientações específicas.

Recomendações Gerais

Os cuidados diários têm como objetivo melhorar o conforto e favorecer o retorno venoso. Eles funcionam junto ao tratamento indicado para o refluxo, quando necessário. Uma rotina útil combina movimento distribuído ao longo do dia, cuidado com a pele e acompanhamento da resposta dos sintomas. Isso é mais informativo do que uma lista rígida de proibições. Escolha os ajustes que correspondem à sua rotina:

  • Intercale períodos sentado ou em pé com pequenas caminhadas. Quando não puder levantar, movimente os tornozelos para ativar a panturrilha.
  • Se houver indicação de meia de compressão, use o tamanho e a pressão orientados. Para viagens, o plano considera duração, mobilidade e histórico vascular.
  • Ao descansar, apoie as pernas elevadas em uma posição confortável. Observe se isso reduz o peso e o inchaço que aparecem no fim do dia.
  • Cuide da pele ressecada com hidratação e evite coçar. Eczema ou feridas nas pernas merecem tratamento específico da pele e da circulação.
  • Inclua caminhada ou outra atividade que movimente as pernas de forma regular, respeitando o seu condicionamento e as orientações após procedimentos.
  • Compare os sintomas em dias com rotina semelhante: horário do inchaço, sensação de peso e capacidade de caminhar ajudam a acompanhar a evolução.

No retorno, essas observações se juntam ao exame para decidir se as medidas atuais são suficientes ou se é hora de tratar uma veia com refluxo.

Dermatologia clínica / diagnóstico

Quem examina a sua pele

A dermatologia avalia coceira, manchas e outras alterações da pele das pernas. A avaliação da circulação e dos procedimentos venosos é realizada pela equipe vascular.

Dra. Juliana Toma analisa fotos da pele da paciente no tablet
Avaliação fotográfica da pele
Dra. Juliana Toma conversa com paciente durante consulta
Conversa durante a consulta
Lago do jardim interno da Clínica Dra. Juliana Toma
Jardim interno

Centro de Excelência em Dermatologia

Entenda as alterações da pele das pernas

A consulta dermatológica avalia a pele e orienta seus cuidados, em conjunto com a avaliação vascular quando indicada.

Dra. Juliana TomaDermatologista · CRM-SP 156490 · RQE 65521Formação e residência em Dermatologia pela UNIFESP-EPM.

Consulta particular de 1 hora, com avaliação dos sintomas e exame da pele de todo o corpo antes de qualquer tratamento. Os retornos são realizados com a mesma médica.

Porta com a logomarca Dra. Juliana Toma e médica trabalhando à mesa ao fundo.

Fotografia · ConsultaConsultório da Dra. Juliana Toma.

Dra. Juliana Toma

UNIFESP-EPM
Medicina e Dermatologia
AMB / SBD
Especialista e sociedade médica
Sírio-Libanês
Dermatologia Oncológica
HC-FMUSP
Tricologias, Discromias e Acne
Harvard Medical School
Pesquisa Clínica
CREMESP
Câmara Técnica 2018-2023
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Perguntas frequentes

O que observar antes da avaliação?

Anote quando aparece o inchaço, se melhora pela manhã e se vem junto de peso, coceira ou mudanças na pele. Leve exames e tratamentos venosos anteriores.

Como conciliar tratamento e atividade física?

O movimento da panturrilha participa do retorno venoso. Após um procedimento, caminhada e exercício intenso podem ter orientações diferentes conforme a técnica e a recuperação.

Átrio da clínica visto do alto, com escada, ripado e jardim interno.
Fotografia da clínica · AmbienteArquitetura da clínica no Jardim Paulista.
Foto e descrição

Átrio da clínica visto do alto, com escada, ripado e jardim interno.

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Consulta
Atendimento particularCom hora marcada
Localização
Alameda Jaú, 695Jardim Paulista · São Paulo
Chegada
Estacionamento cobertocom manobrista gratuito
Autoria do artigo e formação
Autoria médica
Dra. Juliana Toma

Dra. Juliana Toma

Dermatologia clínica, cosmiatria e tecnologias dermatológicas com avaliação médica individualizada.

Canais oficiais
Médica DermatologistaCRM-SP 156490 / RQE 65521

Médica formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM), com Residência Médica em Dermatologia pela UNIFESP-EPM, Título de Especialista em Dermatologia pela AMB e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Tem formação complementar em Dermatologia Oncológica pelo Instituto Sírio-Libanês, fellow em Tricologias, Discromias e Acne pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, e pós-graduação em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School.

Foi Conselheira do CREMESP e Coordenadora da Câmara Técnica de Dermatologia do CREMESP (2018-2023).

UNIFESP-EPMMedicina e DermatologiaAMB / SBDEspecialista e sociedade médicaSírio-LibanêsDermatologia OncológicaHC-FMUSPTricologias, Discromias e AcneHarvard Medical SchoolPesquisa ClínicaCREMESPCâmara Técnica 2018-2023

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