ARTIGO

O que é e como tratar a Miíase?

Miíase: Entenda a Infestação por Larvas de Moscas

A miíase é uma infecção parasitária causada pela infestação de larvas de moscas (dípteros) em tecidos vivos ou necrosados de humanos e animais. Estas larvas se alimentam dos tecidos do hospedeiro, causando desde desconforto local até complicações graves quando não tratadas adequadamente.

Como dermatologista, a Dra. Juliana Toma explica que a miíase não é uma condição comum em centros urbanos com boas condições de higiene, mas pode ocorrer em situações específicas. O diagnóstico precoce e tratamento adequado são essenciais para evitar complicações e promover a cura completa.

Este artigo aborda os tipos de miíase, sintomas, tratamentos e medidas preventivas, com informações baseadas em evidências científicas e experiência clínica.

🔄 Ciclo de Vida da Mosca e Infestação

Como Ocorre a Infestação

  1. Deposição de ovos: Fêmeas de moscas específicas depositam ovos em feridas abertas, tecido necrosado ou orifícios corporais.
  2. Eclosão: Em 8-24 horas, os ovos eclodem liberando larvas (estágio L1).
  3. Desenvolvimento larval: As larvas passam por 3 estágios (L1, L2, L3) alimentando-se de tecidos por 5-10 dias.
  4. Pupação: Larvas maduras deixam o hospedeiro e enterram-se no solo para pupação (3-14 dias).
  5. Emergência do adulto: A mosca adulta emerge e o ciclo recomeça.
Espécies Mais Comuns no Brasil
🐛

Cochliomyia hominivorax

“Mosca varejeira”
Causa miíase primária

🐛

Dermatobia hominis

“Mosca do berne”
Causa miíase furuncular

Tipos de Miíase: Classificação e Características

A miíase é classificada de acordo com o comportamento das larvas e os tecidos afetados. O diagnóstico correto do tipo é essencial para o tratamento adequado.

Classificação por Comportamento das Larvas:

  1. Miíase obrigatória (primária): Larvas que necessitam de tecido vivo para desenvolvimento. Ex: Cochliomyia hominivorax.
  2. Miíase facultativa (secundária): Larvas que normalmente se desenvolvem em matéria orgânica em decomposição, mas podem infestar feridas. Ex: Lucilia spp.
  3. Miíase acidental: Ingestão acidental de ovos/larvas que se desenvolvem no trato gastrointestinal.

Classificação por Localização Anatômica:

  1. Miíase cutânea: Acomete pele e tecido subcutâneo.
  2. Miíase cavitária: Acomete cavidades naturais (nasal, auditiva, oral).
  3. Miíase de feridas: Desenvolve-se em úlceras, queimaduras ou lesões traumáticas.
  4. Miíase visceral: Rara, acomete órgãos internos.

Na prática clínica, as formas mais comuns são a miíase cutânea furuncular (berne) e a miíase de feridas (bicheira).

📊 Comparativo: Miíase Furuncular vs. Miíase de Feridas

Característica Miíase Furuncular (Berne) Miíase de Feridas (Bicheira)
Espécie causadora Dermatobia hominis Cochliomyia hominivorax
Mecanismo de infestação Mosca deposita ovos em vetores (outros insetos) que os transferem para a pele intacta Mosca deposita ovos diretamente em feridas abertas ou mucosas
Apresentação clínica Nódulo único com orifício central, sensação de movimento interno Ferida com múltiplas larvas visíveis, odor fétido, tecido necrótico
Localização comum Couro cabeludo, face, braços, pernas Úlceras crônicas, feridas traumáticas, áreas com má higiene
Sintomas Dor, prurido, sensação de movimento, inflamação local Dor intensa, secreção purulenta, odor, febre (se infectada)
Tratamento principal Extração manual da larva intacta Desbridamento + remoção larvas + antibioticoterapia

Miíase Furuncular (Berne)

Causada pela Dermatobia hominis, conhecida como “mosca do berne”. Esta espécie tem um comportamento único: a fêmea captura outros insetos (como mosquitos) e cola seus ovos neles. Quando estes insetos vetores pousam na pele humana, a temperatura corporal induz a eclosão dos ovos e as larvas penetram na pele intacta.

Características clínicas:

  • Lesão única: Nódulo eritematoso (avermelhado) de 1-3 cm
  • Orifício central: Pequena abertura para respiração da larva
  • Sensação de movimento: Pacientes relatam “algo se movendo” sob a pele
  • Dor tipo pontada: Intermitente, relacionada à atividade da larva
  • Secreção serossanguinolenta: Pelo orifício central
  • Localização preferencial: Couro cabeludo, face, braços, pernas, dorso

Evolução natural:

A larva permanece no local por 5-10 semanas, passando por três estágios de desenvolvimento (L1, L2, L3). Quando madura, emerge espontaneamente, cai no solo e pupa. O orifício cicatriza em 1-2 semanas.

Complicações:

  • Infecção bacteriana secundária
  • Formação de abscesso
  • Reações alérgicas a antígenos larvais
  • Celulite (infecção da pele e tecido subcutâneo)

Miíase de Feridas (Bicheira)

Causada principalmente pela Cochliomyia hominivorax, conhecida como “mosca varejeira”. A fêmea deposita 200-300 ovos diretamente em feridas abertas, tecido necrótico ou mucosas. As larvas eclodem em 8-24 horas e começam imediatamente a se alimentar dos tecidos.

Características clínicas:

  • Ferida com múltiplas larvas: Centenas de larvas visíveis
  • Odor fétido característico: Resultante da decomposição tecidual
  • Tecido necrótico: Larvas se alimentam preferencialmente de tecido morto
  • Secreção purulenta abundante
  • Dor intensa: Devido à destruição tecidual e inflamação
  • Sinais sistêmicos: Febre, mal-estar, leucocitose em casos extensos

Fatores de risco:

  1. Feridas crônicas não tratadas
  2. Úlceras por pressão em pacientes acamados
  3. Queimaduras extensas
  4. Má higiene pessoal
  5. Condições socioeconômicas precárias
  6. Alcoolismo e uso de drogas
  7. Doenças mentais graves
  8. Diabetes mellitus mal controlado

Complicações graves:

  • Sepse (infecção generalizada)
  • Destruição extensa de tecidos
  • Osteomielite (infecção óssea)
  • Miíase invasiva (penetração em cavidades naturais)
  • Tétano (em feridas contaminadas)

Na Clínica Dra. Juliana Toma, tratamos tanto a infestação aguda quanto as sequelas cutâneas, utilizando tecnologias como o Discovery Pico Laser para otimizar a cicatrização e minimizar cicatrizes.

🔍 Fluxograma de Diagnóstico: Quando Suspeitar de Miíase

1

Lesão Única com Orifício?

Nódulo doloroso com abertura central e sensação de movimento interno

2

Ferida com Múltiplas Larvas?

Ferida aberta com larvas visíveis e odor característico

3

Exposição a Áreas Endêmicas?

Histórico recente de áreas rurais ou com condições sanitárias precárias

⚠️ Sinais de Alerta que Exigem Atendimento Imediato

Febre acima de 38°C
Secreção purulenta abundante
Vermelhidão que se espalha
Comprometimento do estado geral

Não tente remover larvas em casa. Procure atendimento médico para avaliação adequada.

Outras Formas de Miíase

Miíase Cavitária:

Acomete cavidades naturais como ouvido, nariz, seios paranasais, boca e genitália. Mais comum em crianças e idosos com higiene deficiente. Pode causar:

  • Otorreia: Secreção purulenta com larvas no ouvido
  • Rinorreia fétida: Corrimento nasal com odor e larvas
  • Sinusite: Dor facial, obstrução nasal
  • Estomatite: Lesões bucais com larvas

Miíase Gastrointestinal:

Rara, geralmente por ingestão acidental de ovos/larvas em alimentos contaminados. Causa dor abdominal, náuseas, vômitos e diarreia. O diagnóstico é por visualização de larvas nas fezes ou endoscopia.

Miíase Oftálmica:

Infestação da conjuntiva ou estruturas oculares. Emergência oftalmológica que pode levar à cegueira. Sintomas incluem dor ocular intensa, fotofobia, lacrimejamento e sensação de corpo estranho.

Miíase Cerebral:

Extremamente rara, geralmente por extensão de miíase nasal ou otológica. Causa sintomas neurológicos focais, convulsões e alteração do nível de consciência. Requer tratamento neurocirúrgico urgente.

Independentemente do tipo, toda miíase deve ser tratada por profissional médico. A automedicação ou tentativas caseiras de remoção podem agravar a condição.

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Quais os sintomas da miíase?

Sinais e Sintomas Comuns

Os sintomas variam conforme o tipo de miíase, mas alguns são comuns a todas as formas:

Sintomas Locais:

  • Dor: De leve a intensa, tipo pontada ou latejante
  • Prurido (coceira): Intensa na região da infestação
  • Sensação de movimento: “Algo se movendo” sob a pele
  • Eritema (vermelhidão): Ao redor da lesão
  • Edema (inchaço): Localizado
  • Secreção: Serosa, sanguinolenta ou purulenta
  • Orifício respiratório: Pequena abertura na pele (no berne)
  • Odor fétido: Característico na bicheira

Sintomas Sistêmicos (em casos graves):

  • Febre (geralmente baixa, mas pode ser alta em infecções secundárias)
  • Mal-estar geral
  • Anorexia (perda de apetite)
  • Linfadenopatia (ínguas)
  • Leucocitose (aumento de glóbulos brancos no sangue)

Sinais de Complicação:

  • Celulite (vermelhidão que se espalha)
  • Abscesso (acúmulo de pus)
  • Febre alta (>38,5°C)
  • Secreção purulenta abundante
  • Comprometimento do estado geral
  • Sinais de sepse (confusão, taquicardia, hipotensão)

O diagnóstico é clínico na maioria dos casos, baseado na visualização das larvas. Em situações atípicas, pode-se realizar ultrassom para localizar larvas profundas ou biópsia para confirmação histopatológica.

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⚕️ Algoritmo de Tratamento da Miíase

Miíase Furuncular (Berne)

  1. Anestesia local com lidocaína
  2. Oclusão do orifício com vaselina/óleo mineral por 30 minutos
  3. Extração manual com pinça estéril
  4. Inspeção da larva (deve estar intacta)
  5. Limpeza com antisséptico (povidona-iodo/clorexidina)
  6. Curativo oclusivo por 24-48 horas

Miíase de Feridas (Bicheira)

  1. Analgesia sistêmica (se necessário)
  2. Remoção mecânica de larvas e tecido necrótico
  3. Irrigação com solução salina ou antisséptico
  4. Ivermectina tópica/oral (se múltiplas larvas)
  5. Antibioticoterapia (se sinais de infecção)
  6. Curativo adequado ao leito da ferida

💊 Medicamentos Utilizados no Tratamento

💉

Ivermectina

Dose única: 200μg/kg
Eficácia: 85-95%

💊

Albendazol

400mg/dia por 3 dias
Alternativa à ivermectina

🩹

Antibióticos

Amoxicilina-clavulanato
Ou clindamicina se alérgico

Importante: A automedicação é perigosa. Sempre consulte um médico para diagnóstico e tratamento adequados.

Tratamento da Miíase: Abordagem Médica Especializada

O tratamento da miíase deve ser sempre realizado por profissional médico. Tentativas caseiras podem fragmentar as larvas, causar infecções secundárias ou empurrar as larvas para tecidos mais profundos.

Princípios do Tratamento:

  1. Remoção completa das larvas: Sem fragmentação, para evitar reação inflamatória a antígenos larvais.
  2. Desbridamento do tecido necrótico: Em miíase de feridas, essencial para cicatrização.
  3. Controle da infecção: Antibioticoterapia quando indicada.
  4. Alívio dos sintomas: Analgesia adequada.
  5. Prevenção de recidivas: Educação do paciente e correção de fatores de risco.

Técnicas de Remoção:

  • Método de oclusão: Aplicação de substâncias oclusivas (vaselina, óleo mineral, bacon) sobre o orifício por 30-60 minutos. A larva sobe para respirar, facilitando a extração.
  • Extração manual com pinça: Após anestesia local, remove-se a larva intacta com movimento de torção suave.
  • Incisão e drenagem: Em abscessos ou larvas profundas.
  • Irrigação sob pressão: Com solução salina ou antisséptico para remover larvas pequenas.

Tratamento Medicamentoso Sistêmico:

Indicado em casos de múltiplas larvas, localização de difícil acesso ou pacientes com contraindicação à remoção mecânica:

  • Ivermectina: Droga de escolha. Dose única de 200μg/kg, repetida em 7 dias se necessário. Contraindicada em crianças <15kg e gestantes.
  • Albendazol: Alternativa. 400mg/dia por 3-5 dias.
  • Doxiciclina: Em casos com suspeita de infecção por Wolbachia (bactéria simbiótica de algumas larvas).

Cuidados com a Ferida Pós-Remoção:

  • Limpeza diária com solução salina ou antisséptico
  • Curativos adequados ao tipo de ferida
  • Monitoramento de sinais de infecção
  • Sutura apenas em feridas limpas sem tensão
  • Em feridas extensas, considerar enxertos ou retalhos

Na Clínica Dra. Juliana Toma, após o tratamento da infestação aguda, oferecemos acompanhamento para otimizar a cicatrização. Em casos de cicatrizes residuais, utilizamos o Discovery Pico Laser para melhorar a textura e cor da pele, minimizando sequelas estéticas.

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🛡️ Guia de Prevenção da Miíase

🩹

Cuidados com Feridas

  • Mantenha feridas limpas e cobertas
  • Troque curativos diariamente
  • Use repelentes em áreas expostas
  • Evite expor feridas ao ar livre
🏡

Controle Ambiental

  • Use telas em portas e janelas
  • Mantenha lixo bem fechado
  • Evite acúmulo de matéria orgânica
  • Use inseticidas se necessário
👥

Cuidados Especiais

  • Pacientes acamados: mudar de posição a cada 2h
  • Idosos: inspeção diária da pele
  • Crianças: manter unhas curtas e limpas
  • Animais: vermifugação regular

📋 Checklist de Prevenção para Áreas Endêmicas

Em áreas rurais ou com saneamento básico precário, estas medidas são essenciais para prevenção.

Como prevenir?

Estratégias de Prevenção Efetivas

A prevenção da miíase baseia-se em três pilares: cuidado pessoal, controle ambiental e atenção a grupos vulneráveis.

Cuidados Pessoais:

  • Higiene corporal diária: Banho com sabonete, atenção a dobras cutâneas.
  • Cuidado adequado de feridas: Limpeza, antissepsia, curativos oclusivos.
  • Uso de repelentes: DEET 20-30% em áreas endêmicas.
  • Roupas protetoras: Mangas longas, calças, cores claras (atraem menos moscas).
  • Inspeção regular da pele: Autoexame, especialmente após atividades ao ar livre.

Controle Ambiental:

  • Saneamento básico: Coleta adequada de lixo, esgoto tratado.
  • Controle de vetores: Telas em portas/janelas, mosquiteiros.
  • Esterilização de solos: Em áreas de criação animal.
  • Controle populacional de moscas: Inseticidas, armadilhas luminosas.

Atenção a Grupos Vulneráveis:

  • Pacientes acamados: Mudança de decúbito a cada 2h, higiene rigorosa.
  • Idosos: Inspeção da pele por cuidadores/familiares.
  • Pessoas com feridas crônicas: Cuidados especializados, curativos avançados.
  • População de rua: Acesso a serviços de higiene e saúde.
  • Trabalhadores rurais: EPI, educação em saúde.

Medidas Específicas para Áreas Endêmicas:

  • Programas de educação comunitária
  • Controle integrado de vetores
  • Rastreamento ativo de casos
  • Tratamento profilático de animais
  • Melhoria das condições sanitárias

A prevenção é sempre mais eficaz e menos custosa que o tratamento. Na Clínica Dra. Juliana Toma, orientamos pacientes sobre medidas preventivas personalizadas conforme seu perfil de risco.

Conclusão: Diagnóstico Precoce e Tratamento Adequado

A miíase é uma condição dermatológica que, embora incomum em centros urbanos com boas condições sanitárias, pode ocorrer em situações específicas. O diagnóstico precoce e tratamento adequado são essenciais para evitar complicações.

Pontos-chave a serem lembrados:

  1. Não é uma condição relacionada a “sujeira”: Pode afetar qualquer pessoa exposta a moscas vetoras, especialmente em áreas rurais ou com feridas abertas.
  2. O diagnóstico é clínico: Baseado na visualização das larvas. Exames complementares são raramente necessários.
  3. Nunca tente remover larvas em casa: Risco de fragmentação, infecção secundária e complicações.
  4. O tratamento é eficaz: Com abordagem médica adequada, a cura é completa na maioria dos casos.
  5. A prevenção é possível: Através de cuidados com feridas, higiene e controle ambiental.

Quando Buscar Atendimento Médico:

  • Qualquer lesão com sensação de movimento interno
  • Feridas com larvas visíveis
  • Secreção purulenta ou odor fétido em feridas
  • Sintomas sistêmicos como febre ou mal-estar
  • Feridas que não cicatrizam apesar dos cuidados

Na Clínica Dra. Juliana Toma, oferecemos tratamento completo para miíase, desde a remoção adequada das larvas até o acompanhamento da cicatrização. Para casos com sequelas estéticas, utilizamos tecnologias avançadas como o Discovery Pico Laser para melhorar a aparência das cicatrizes.

Lembre-se: saúde da pele é saúde geral. Qualquer alteração cutânea persistente merece avaliação dermatológica especializada.

Avaliação Dermatológica Especializada

Na Clínica Dra. Juliana Toma, oferecemos diagnóstico preciso e tratamento adequado para condições dermatológicas, incluindo infestações parasitárias e suas sequelas.

🔬

Diagnóstico Preciso

Avaliação clínica especializada

Discovery Pico Laser

Para tratamento de cicatrizes

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Acompanhamento

Monitoramento até cura completa

\”Condições dermatológicas como a miíase exigem abordagem médica especializada para diagnóstico correto e tratamento eficaz, prevenindo complicações e garantindo a recuperação completa.\”

— Dra. Juliana Toma, Dermatologista

CRM-SP: 156.490 | RQE: 65.521

Endereço: Al. Jaú 695 – Jardins – São Paulo/SP

Atendimento: Segunda a Sexta, 8h às 18h | Sábados, 8h às 12h

NOSSA ESTRUTURA

Clínica localizada na região dos Jardins em São Paulo

Conta com estacionamento coberto no local com manobrista gratuito. Amplas instalações modernas. A clínica está pronta para receber seus pacientes de forma especial, e utilizar últimas tecnologias do mercado de maneira eficaz.

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UM POUCO SOBRE A DRA.

Dra. Juliana Toma

CRM-SP 156490 / RQE 65521

Médica dermatologista, com Residência Médica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM).

Especialização em Dermatologia Oncológica pelo Instituto Sírio Libanês. Fellow em Tricologia, Discromias e Acne pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Pós-Graduação em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School – EUA

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Dra. Juliana Toma – Médica Dermatologista pela Universidade Federal de São Paulo – EPM

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Dra. Juliana Toma

Médica Dermatologista - CRM-SP 156490 / RQE 65521 | Médica formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM), com Residência Médica em Dermatologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM), com Título de Especialista em Dermatologia. Especialização em Dermatologia Oncológica pelo Instituto Sírio Libanês. Fellow em Tricologias, Discromias e Acne pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Pós-Graduação em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School – EUA. Ex-Conselheira do Conselho Regional de Medicina (CREMESP). Coordenadora da Câmara Técnica de Dermatologia do CREMESP (2018-2023).

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