Cosmiatria · Dermatologia

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Celulite: causas, graus e tratamentos possíveis

Celulite e tratamento

O tratamento da celulite busca suavizar depressões e melhorar a firmeza da pele. A avaliação diferencia relevo preso, flacidez e inchaço para escolher uma abordagem ligada ao que mais incomoda você.

Celulite: entenda o relevo e escolha o tratamento

O tratamento da celulite busca suavizar depressões e melhorar a firmeza da pele. Os “furinhos” surgem da relação entre as traves fibrosas sob a pele, a gordura e a sustentação da derme. Por isso, a avaliação diferencia o relevo preso, a flacidez e o inchaço para escolher a abordagem.

A celulite também aparece em pessoas magras e fisicamente ativas. Peso, circulação e qualidade do colágeno podem acentuar seu aspecto, mas a aparência da região e o exame da pele dizem mais sobre a escolha do procedimento do que a balança isolada.

Celulite infecciosa é outro quadro. Em português, o mesmo nome designa uma infecção bacteriana da pele e do tecido subcutâneo: área vermelha, quente, inchada e dolorida, em geral em uma perna, que se espalha em horas ou poucos dias, às vezes com febre e calafrios. Ela é tratada com antibiótico e pede atendimento médico no mesmo dia. A celulite estética, a lipodistrofia ginoide, não deixa a pele vermelha e quente nem causa febre.

A fisiopatologia é multifatorial. Na mulher, os septos conjuntivos correm mais perpendiculares à pele e formam compartimentos em que a gordura faz relevo; no homem, formam uma trama oblíqua e mais densa, que segura melhor a superfície. Por isso a celulite aparece em 80% a 90% das mulheres depois da puberdade e é rara em homens, nos quais costuma estar associada à deficiência de andrógenos.

Fatores hormonais influenciam retenção hídrica, distribuição de gordura e resposta vascular; genética, idade, flacidez, sedentarismo, tabagismo, oscilação de peso e alimentação rica em ultraprocessados podem piorar o quadro. O exame dermatológico registra o padrão que predomina (compacto, flácido, edematoso ou misto) e a presença de depressões profundas ou fibrose palpável, porque isso muda a conduta.

Neste artigo

Graus de celulite: como é feita a classificação

A avaliação considera grau, profundidade das depressões, flacidez associada, espessura do subcutâneo, textura da pele e impacto da contração muscular. Dor à palpação é incomum na celulite; quando existe, o exame investiga lipedema, inflamação ou outra causa. A classificação clássica, publicada em 1978, é a de Nürnberger-Müller, que define o grau pelo que aparece em cada posição:

  • Grau 0: pele lisa em pé e deitada; ao pinçar, formam-se dobras, mas não o aspecto de colchão.
  • Grau I: pele lisa em pé e deitada; as ondulações aparecem só quando a pele é pinçada ou quando a musculatura contrai.
  • Grau II: depressões visíveis em pé, que somem com a paciente deitada.
  • Grau III: depressões visíveis em pé e também deitada, em geral com irregularidade persistente e aspecto acolchoado.

Muitos textos brasileiros usam uma escala de quatro graus, herdada de classificações antigas, em que o grau 4 descreve nódulos palpáveis e endurecimento. Nódulos doloridos, porém, pedem exame para diferenciar de lipedema, inflamação ou alteração circulatória. Para acompanhar a evolução, usa-se a Escala de Gravidade de Celulite de Hexsel, desenvolvida por dermatologistas brasileiras: ela soma cinco itens de 0 a 3 (número de depressões, profundidade, aspecto da superfície, flacidez e grau de Nürnberger-Müller), e o total de 1 a 5 pontos indica celulite leve; de 6 a 10, moderada; de 11 a 15, acentuada. O recurso abaixo relaciona textura, firmeza e variação do relevo aos componentes observados no exame. Essa classificação organiza a descrição da pele e ajuda a comparar sua evolução. A indicação também considera o que incomoda você, as opções e a recuperação.

O exame também descreve o padrão predominante. Esses termos complementam a localização das depressões e a avaliação da firmeza: A celulite compacta é firme, mais comum em mulheres jovens e ativas, e fica mais evidente quando o músculo contrai. A flácida aparece em pele mole, que se move com o corpo, muitas vezes depois de emagrecimento ou com a idade. A edematosa vem com pernas inchadas, sensação de peso e piora no fim do dia. Muitas pacientes têm um quadro misto.

Resposta direta

Qual tratamento funciona para celulite?

A escolha do tratamento começa pelo que mais incomoda: depressões, flacidez ou inchaço. A subcisão é considerada para depressões presas por septos; bioestimuladores de colágeno e radiofrequência podem entrar quando a firmeza é uma prioridade. Movimento, pausas e drenagem ajudam no componente de inchaço, com efeito temporário. Ondas de choque, cosméticos e outras tecnologias têm funções diferentes no plano.

Na consulta, a Dra. Juliana Toma organiza essas possibilidades por objetivo, tempo de recuperação e manutenção, para você entender o que será tratado em cada etapa.

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Textura da pele

Celulite: textura, firmeza e volume

Depressões, flacidez e inchaço são componentes diferentes do relevo da pele. As opções abaixo mostram essa diferença e como cada componente participa do tratamento.

01 Qual região você quer avaliar?
02 Em pé e com o corpo relaxado, o que você percebe?
04 Como você percebe a firmeza da região?
05 O que você mais quer discutir?
06 Existe algum destes sintomas na região?

Se houver mais de uma opção, escolha a primeira.

As respostas mostram informações educativas, sem atribuir diagnóstico ou nota de gravidade. Nada é enviado à clínica.

Tratamento para celulite: o que cada abordagem alcança

Cuidados da rotina apoiam o plano de tratamento. Treino de força melhora tônus, composição corporal e sustentação muscular; atividade aeróbica auxilia circulação e controle metabólico; sono, redução de tabagismo e constância alimentar favorecem manutenção. Esses cuidados não “rompem” septos fibrosos profundos, mas reduzem fatores que amplificam edema, flacidez e acúmulo de gordura. Emagrecer costuma suavizar a celulite quando há excesso de gordura, mas não em todas as pacientes: em quem já parte de um peso mais baixo ou tem flacidez, o relevo pode piorar, porque a pele e o tecido sob ela ficam mais frouxos. Para cremes, massagens e hábitos em casa, veja cuidados para amenizar o aspecto da celulite.

Tratamentos tópicos com cafeína, retinoides ou ativos drenantes podem melhorar textura superficial e hidratação, mas têm efeito limitado em depressões estruturais. Massagens, drenagem linfática e tecnologias de sucção podem reduzir edema e melhorar temporariamente o aspecto, sobretudo quando há retenção.

Radiofrequência e tecnologias de aquecimento dérmico podem estimular colágeno e ajudar na flacidez, mas dependem de indicação e parâmetros adequados. Bioestimuladores de colágeno são considerados quando a queixa principal inclui frouxidão cutânea e perda de firmeza, não como tratamento isolado de todo tipo de celulite.

Quando há depressões pontuais por septos fibrosos, a subcisão ou técnicas que liberam traves podem ser discutidas. Elas atuam no componente mecânico: a depressão é tratada porque a fibra que puxa a pele é rompida ou reorganizada. Em alguns casos, associar bioestimulador de colágeno (ácido poli-L-láctico ou hidroxiapatita de cálcio diluída), preenchedor absorvível em pontos selecionados, radiofrequência ou tecnologias corporais pode melhorar o resultado global. Preenchimento definitivo com PMMA não faz parte desse plano. Materiais permanentes previamente aplicados podem ser difíceis ou impossíveis de remover completamente. Produto, área e evolução da aplicação mudam o planejamento de novas intervenções. Quando o problema dominante é gordura localizada, o plano inclui recursos de contorno corporal, tratados como uma queixa separada da celulite.

Hidratação superficial, inchaço, firmeza e depressões presas são alvos diferentes do tratamento. Cosméticos e massagens podem complementar o cuidado, enquanto o relevo estrutural exige outra discussão. Alimentação e cuidados de rotina entram como apoio à saúde e à manutenção, enquanto cada procedimento atua no componente indicado. Intradermoterapia, enzimas injetáveis e carboxiterapia têm propostas distintas. Substância, tecnologia e área de aplicação precisam corresponder a uma indicação definida; formulação e técnica também influenciam o risco de infecção em tratamentos injetáveis. O cronograma deve distinguir a recuperação da sessão do período para avaliar remodelação, que pode levar meses.

Como combinar tratamento das depressões e da flacidez

Observe o que você deseja melhorar. Furinhos profundos e isolados direcionam o exame para os septos; pele frouxa ou enrugada pede atenção à firmeza; aumento de volume traz o contorno corporal para a conversa. Inchaço, dor, varizes ou sensação de peso também são avaliados. Essa separação ajuda a escolher o procedimento e a acompanhar a evolução com um objetivo concreto.

A documentação fotográfica padronizada é útil porque a iluminação muda muito a percepção da celulite. Fotos com a mesma luz, posição, distância e contração muscular ajudam a comparar evolução. O acompanhamento compara o relevo e a firmeza com as fotos iniciais. A conversa inclui o que melhorou, o que ainda incomoda e quais cuidados cabem na rotina; outra sessão é discutida quando há um objetivo definido para aquela região.

Dor ao toque, inchaço ao longo do dia e diferença recente entre as pernas recebem investigação própria. O início e a evolução desses sintomas ajudam a diferenciar alterações estéticas de condições clínicas, com a prioridade descrita a seguir. Dois quadros pedem atendimento no mesmo dia: área vermelha, quente e dolorosa que se espalha, com ou sem febre, sugere celulite infecciosa; inchaço súbito de uma perna só, com ou sem dor ou endurecimento na panturrilha, levanta suspeita de trombose venosa; se vier com falta de ar ou dor no peito, procure o pronto-socorro imediatamente. Pernas desproporcionais que doem ao toque, inchaço que deixa marca ao apertar e varizes pedem avaliação programada, com exame vascular quando indicado.

Diferença entre celulite, flacidez, lipedema e gordura localizada

Celulite é textura; gordura localizada é volume; flacidez é perda de sustentação; lipedema é um acúmulo simétrico e desproporcional de gordura nas pernas, às vezes também nos braços, que poupa pés e mãos, dói ao toque, forma hematomas com facilidade e responde pouco a dieta; pode precisar de abordagem multidisciplinar. Distinguir esses componentes orienta a escolha do tratamento. Uma paciente pode ter pouco volume e muita irregularidade por septos; outra pode ter flacidez dominante após emagrecimento; outra pode ter dor, hematomas fáceis e pernas desproporcionais, exigindo investigação de lipedema.

A palpação e a observação dinâmica ajudam. A celulite pode ficar mais evidente com contração muscular ou compressão. A flacidez aparece quando a pele dobra, enruga ou sobra. A gordura localizada altera contorno mesmo sem depressões. O edema muda ao longo do dia. Essa leitura define se o plano deve priorizar liberação de septos, aquecimento dérmico, bioestimulação, tecnologia corporal, rotina de treino ou avaliação vascular.

O retorno ao trabalho e ao treino acompanha a técnica e a recuperação da área. Hematomas, inchaço e sensibilidade podem exigir ajustes da atividade e do contato de roupas com a região tratada. Depois da subcisão, hematomas são esperados; manchas acastanhadas por depósito de ferro (hemossiderina) podem durar meses, e pequenas elevações por liberação excessiva aparecem em parte dos casos e tendem a regredir. Após bioestimuladores, um nódulo persistente deve ser examinado pela equipe. As orientações de massagem, quando indicadas, correspondem ao produto e à região; a aplicação acompanha a técnica demonstrada pela equipe e a tolerância da área tratada. Depressões pontuais e firmeza geral são comparadas separadamente ao longo da remodelação. A resposta de cada componente orienta qual etapa manter, ajustar ou associar.

Subcisão, radiofrequência e bioestimuladores: o que cada um envolve

Subcisão é uma opção quando a depressão é presa por septos. Com anestesia local, uma agulha ou lâmina fina é introduzida sob a pele para liberar mecanicamente as traves que puxam a superfície; pode ser associada a preenchimento ou bioestimulação quando há perda de suporte. Hematomas e sensibilidade na área são esperados nas primeiras semanas.

Radiofrequência e tecnologias de aquecimento são feitas em séries de sessões, em geral sem afastamento das atividades, e buscam contração e remodelação dérmica; são mais úteis quando flacidez e textura superficial predominam, e o efeito pede manutenção.

Bioestimuladores de colágeno são aplicados em sessões espaçadas nas áreas flácidas, com resultado gradual, que se constrói ao longo de meses; o produto escolhido depende do registro e das instruções de uso para a região.

Tecnologias de sucção, roletes ou drenagem atuam mais em edema e aspecto transitório, com efeito que se perde sem continuidade, e não corrigem de forma definitiva a fibrose.

Na comparação entre ondas de choque e radiofrequência, o plano identifica a área, o objetivo de textura ou firmeza e a série de sessões proposta. Fotografias na mesma posição e iluminação permitem acompanhar a mudança entre as etapas. O retorno define se vale continuar a mesma abordagem. O laser de 1440 nm, aplicado por uma cânula fina sob a pele, combina liberação de septos e aquecimento, com melhora mantida por pelo menos um ano em estudos pequenos, sem grupo controle. A colagenase injetável aprovada nos Estados Unidos em 2020 para celulite nos glúteos teve a produção encerrada pelo fabricante em dezembro de 2022, por causa de hematomas extensos e do risco de manchas prolongadas.

O plano também precisa respeitar áreas. Glúteos, coxas laterais, face posterior de coxas e abdome têm espessura, circulação, mobilidade e tolerância diferentes. Uma técnica boa para depressão pequena no glúteo pode não ser a melhor para flacidez difusa de coxa. O número de sessões depende do grau, extensão, resposta inflamatória e manutenção. No retorno, a equipe diferencia a recuperação inicial da mudança no relevo e orienta quando fazer as fotografias comparativas.

A pele ao redor também entra no exame. Estrias, cicatrizes, foliculite, manchas, flacidez e textura áspera podem aparecer junto da celulite. Cada uma dessas queixas pode ter uma etapa própria no planejamento. Um plano dermatológico pode priorizar primeiro qualidade de pele, depois depressões, ou o contrário, dependendo do que mais pesa visualmente.

Como manter a melhora do relevo e da firmeza

A manutenção acompanha as mudanças da pele ao longo do tempo. Depois da etapa inicial, fotografias padronizadas e o exame da região mostram como evoluíram depressões, firmeza e contorno. A partir daí, a médica orienta cuidados contínuos e eventuais sessões espaçadas. A frequência é ajustada ao procedimento, à resposta da pele e às suas prioridades.

Também existe diferença entre melhora global e correção pontual. Uma depressão profunda pode melhorar muito com técnica de liberação, enquanto a textura fina ao redor melhora menos. A flacidez pode responder a estímulo de colágeno, mas o colágeno demora a se reorganizar. Edema pode melhorar rápido, mas voltar se a rotina continuar favorecendo retenção. Defina o componente prioritário para acompanhar o benefício de cada etapa.

Contraindicações e cautelas incluem infecção ativa, inflamação local, distúrbios de coagulação, uso de anticoagulantes sem planejamento, gestação, amamentação, algumas doenças autoimunes descompensadas e expectativa incompatível com o risco. A avaliação médica também pergunta sobre procedimentos prévios, preenchimentos corporais, cirurgias, cicatrizes e tendência a queloide. Essas informações são levantadas antes da escolha de técnica ou aparelho.

Quando a paciente tem histórico de manchas pós-inflamatórias, o cuidado com trauma e inflamação é maior. Quando há tendência a hematomas, a preparação muda. Quando existe flacidez importante, tratar apenas depressões pode deixar a pele irregular de outro modo. A consulta integra esses fatores para organizar a sequência das etapas.

O que o exame da pele mostra sobre o tratamento

Fotografias ajudam a acompanhar a evolução, mas o diagnóstico depende do exame presencial. A profundidade de uma depressão, a mobilidade da pele, a espessura do tecido subcutâneo, o grau de dor, a presença de fibrose e a qualidade do colágeno são avaliados melhor ao vivo. A mesma aparência em foto pode ter causas diferentes: uma depressão pode ser septo, cicatriz antiga, flacidez ao redor ou sombra por irregularidade de volume. Cada uma pede uma estratégia.

Também é na avaliação que se decide prioridade. Às vezes a paciente quer tratar toda a área, mas o que mais chama atenção são poucos pontos presos. Em outros casos, a queixa é difusa e pede melhora global de firmeza. Há ainda pacientes que chegam buscando “laser para celulite”, mas a indicação real é subcisão, bioestimulação, rotina corporal ou investigação de outra condição. O exame e a sua prioridade orientam a técnica escolhida.

O exame é feito em pé e deitada, com luz lateral, pinçamento da pele e contração muscular; a palpação avalia espessura do subcutâneo, fibrose e dor. Fotos padronizadas ficam como referência para as reavaliações. Ao final da consulta, ficam definidos o componente que predomina, as opções com indicação, a ordem entre elas, a estimativa de sessões, os riscos de cada etapa e o plano de manutenção.

Quando ajustar as próximas etapas do tratamento

Depois de cada etapa, a consulta compara o que melhorou e o que ainda incomoda. Uma pele mais firme pode precisar de outra abordagem para depressões isoladas; uma região já suavizada pode passar à manutenção. Essa revisão organiza as próximas sessões, o tempo de recuperação e o investimento, mantendo o planejamento ligado ao seu objetivo e à resposta observada.

A consulta define um alvo proporcional: reduzir as depressões que incomodam, melhorar firmeza, tratar flacidez quando indicada e manter a rotina que sustenta o resultado. A melhora é acompanhada pelo exame e pelas fotos, considerando o que mais incomoda você e a resposta da região. Quando a preocupação com a celulite ocupa boa parte do dia, leva a evitar praia, academia ou intimidade, ou traz desconforto emocional, essa experiência também faz parte da conversa sobre o cuidado.

Depressões fixasCostumam precisar de abordagem para septos e fibrose, não apenas creme ou drenagem.
FlacidezCostuma pedir estímulo de colágeno, cuidado com a qualidade da pele e manutenção.
EdemaVaria ao longo do dia; responde a movimento, pausas para quem passa horas sentada e drenagem, com avaliação circulatória quando há varizes ou dor.

Opções em comparação

O que será tratado primeiro?

Depressões

O exame identifica pontos presos por septos.

Na práticaA liberação de septos atua nas traves que puxam pontos da superfície.

Flacidez

A perda de firmeza orienta as opções de estímulo de colágeno.

Na práticaA resposta de firmeza é gradual e acompanhada ao longo das etapas.

Inchaço

A variação ao longo do dia muda a avaliação.

Na práticaDor, assimetria recente e edema recebem investigação própria.

Detalhes práticos

Escolha da técnica
Depressões presas e flacidez difusa podem precisar de abordagens complementares.
Recuperação
Hematomas, inchaço e sensibilidade orientam ajustes do treino e do contato das roupas com a área.

Perguntas frequentes sobre celulite

Celulite tem cura definitiva?

O tratamento pode suavizar depressões e melhorar a firmeza. Como a pele continua mudando com idade, hormônios e oscilações de peso, a manutenção faz parte do plano. A consulta ajuda a definir uma meta para o relevo que incomoda você e a acompanhar essa evolução.

A tecnologia mais nova é sempre a indicada?

A melhor escolha é a que atua no componente predominante. Subcisão, bioestimuladores e tecnologias de aquecimento têm funções distintas. Depressões, firmeza e contorno são relacionados à função de cada técnica, à recuperação da área e à manutenção necessária.

Qual médico trata celulite?

O dermatologista. É a especialidade que examina pele e tecido subcutâneo, classifica o grau, separa celulite de flacidez, gordura localizada e lipedema e indica, ou contraindica, procedimentos como subcisão, bioestimuladores e tecnologias. Inchaço persistente, varizes ou dor nas pernas pedem também avaliação vascular, e a suspeita de lipedema costuma envolver acompanhamento multidisciplinar.

Emagrecer melhora a celulite?

Pode melhorar quando a redução de gordura torna as depressões menos aparentes. Se o emagrecimento deixa a pele mais frouxa, porém, a celulite pode ficar mais visível. Por isso, a avaliação compara volume, firmeza e depressões separadamente: perder peso e tratar o relevo não são o mesmo objetivo.

Beber mais água melhora a celulite?

Água atende às necessidades de hidratação do organismo, que variam com peso, calor e atividade física. O cuidado do relevo atua nas depressões, na firmeza ou no inchaço predominante. O inchaço que acentua o relevo costuma estar ligado a calor, longos períodos sentada ou em pé e alterações venosas.

Celulite infecciosa é a mesma coisa?

Não. Celulite infecciosa é uma infecção bacteriana da pele e do tecido subcutâneo, com área vermelha, quente, dolorida e inchada que se espalha, às vezes com febre. Precisa de atendimento médico no mesmo dia e de antibiótico, e não tem relação com a celulite estética.

Quando a celulite pede avaliação dermatológica?

Quando as depressões incomodam, há flacidez associada ou cremes, drenagem e treino não mudaram o relevo depois de alguns meses. A consulta define o grau, o componente que predomina e se há indicação de tratamento. Dor ao toque, nódulos, pernas desproporcionais ou inchaço de um lado só pedem investigação antes de qualquer procedimento; pele vermelha, quente e dolorida, com ou sem febre, pede atendimento no mesmo dia.

Leia também: tratamento de celulite: opções e limites, cuidados para amenizar o aspecto da celulite, exercícios para celulite, como age o bioestimulador de colágeno e tratamentos dermatológicos.

Referências: Sociedade Brasileira de Dermatologia, Celulite; Gabriel A et al., Cellulite: current understanding and treatment, Aesthet Surg J Open Forum, 2023 (artigo); Luebberding S, Krueger N, Sadick NS, Cellulite: an evidence-based review, Am J Clin Dermatol, 2015; Hexsel DM, Dal’Forno T, Hexsel CL, A validated photonumeric cellulite severity scale, J Eur Acad Dermatol Venereol, 2009; Smalls LK et al., Effect of weight loss on cellulite, Plast Reconstr Surg, 2006; Herbst KL et al., Standard of care for lipedema in the United States, Phlebology, 2021; Kaminer MS et al., Tissue stabilized-guided subcision with 3-year follow-up, Dermatol Surg, 2017.

Vídeo relacionado

Assista: O que funciona para tratar celulite

A Dra. Juliana Toma comenta o que funciona para tratar a celulite e como septos, flacidez, retenção e gordura localizada mudam a indicação.

Quando a flacidez ou a alteração de contorno pesam mais que as depressões, o bioestimulador de colágeno nos glúteos é uma das opções avaliadas na clínica; produto, quantidade, número de sessões e intervalo são definidos no exame presencial, conforme o objetivo do tratamento. Estrias e manchas nas mesmas áreas podem ser tratadas na clínica com o laser de picossegundos Discovery Pico Plus, que atua na qualidade da pele, não nas depressões da celulite.

Hábitos que apoiam o cuidado da pele

Rotina e pele

Atividade física e celulite: o papel dos hábitos

Atividade física favorece a força e o contorno corporal. A textura da pele também depende dos septos e da firmeza, por isso a celulite pode permanecer em pessoas ativas e com peso estável.

01 Quais destes hábitos você já mantém? (marque todos os que se aplicam)

A seleção registra os hábitos presentes na sua rotina.

02 Nas pernas ou nos glúteos, você nota algum destes sinais?

Esses sinais merecem atenção própria. Se mais de uma opção se aplica, escolha a primeira.

As respostas mostram informações educativas, sem atribuir diagnóstico ou nota de gravidade. Nada é enviado à clínica.

Celulite envolve alterações na pele e no tecido subcutâneo, com influência de genética, hormônios, arquitetura dos septos fibrosos, gordura localizada, retenção, circulação, flacidez e qualidade do colágeno. A conversa final relaciona a região que incomoda, o componente predominante e o cuidado que você consegue manter, para escolher a próxima etapa com clareza.

Avaliação da celulite

Quem examina a sua pele

Celulite, flacidez, lipedema e gordura localizada podem parecer iguais em foto. No consultório, a Dra. Juliana Toma examina glúteos e coxas, separa esses componentes e define a ordem do plano.

Dra. Juliana Toma e paciente conversam na mesa do consultório
Consulta dermatológica
Dra. Juliana Toma examina com dermatoscópio a pele do braço de uma paciente na maca
Exame da pele do corpo
Átrio central da clínica na Alameda Jaú, 695, Jardim Paulista
Átrio da clínica

Centro de Excelência em Dermatologia

Celulite: escolha a prioridade do seu plano

Depressões, flacidez e inchaço podem receber cuidados distintos. A avaliação define a prioridade, a combinação de recursos e os intervalos conforme a resposta e a recuperação de cada região.

Dra. Juliana TomaDermatologista · CRM-SP 156490 · RQE 65521Formação e residência em Dermatologia pela UNIFESP-EPM.

Consulta particular de 1 hora, com avaliação dos sintomas e exame da pele de todo o corpo antes de qualquer tratamento. Os retornos são realizados com a mesma médica.

Dra. Juliana Toma durante uma consulta dermatológica.

Fotografia · ConsultaDra. Juliana Toma durante uma consulta dermatológica.

Dra. Juliana Toma

UNIFESP-EPM
Medicina e Dermatologia
AMB / SBD
Especialista e sociedade médica
Sírio-Libanês
Dermatologia Oncológica
HC-FMUSP
Tricologias, Discromias e Acne
Harvard Medical School
Pesquisa Clínica
CREMESP
Câmara Técnica 2018-2023
Conhecer a formação da médica
O que muda de uma queixa para outra
Textura e marcas
Ondulações e estrias pedem abordagens próprias para a superfície e a estrutura da pele.
Firmeza
O foco é a sustentação da pele, levando em conta a região e sua espessura.
Contorno
A forma da região envolve componentes além da textura; tratar a superfície não equivale a mudar o volume.

Perguntas frequentes

Um procedimento resolve celulite, estrias e flacidez juntos?

Essas alterações podem coexistir, mas têm objetivos distintos. Uma técnica pode contribuir para mais de um componente; o plano identifica o que ela realmente trata e quais pontos precisam de outra abordagem.

Por que o tratamento muda entre barriga, braços e coxas?

A espessura, a mobilidade e o contorno da pele variam entre as regiões. A técnica, a área tratada e a recuperação são escolhidas para essas características, mesmo quando a queixa recebe o mesmo nome.

Mais sobre o atendimento

Consulta dermatológica

Avaliação de celulite na Alameda Jaú, 695, Jardim Paulista.

Medicamentos, especialmente anticoagulantes, e procedimentos anteriores na região influenciam a escolha da técnica e a recuperação. Preenchimentos corporais e subcisão também entram nesse planejamento. A consulta define o grau, o componente que predomina e se vale tratar agora ou acompanhar. Na clínica, o tratamento corporal é feito com bioestimulador de colágeno e, para estrias e manchas associadas, com o laser Discovery Pico Plus.

Opções de tratamento
Átrio da clínica com escada, cobogó e claraboia.
Fotografia da clínica · AmbienteÁtrio da clínica no Jardim Paulista.
Foto e descrição

Átrio da clínica com escada, cobogó e claraboia.

Átrio da clínica com escada, cobogó e claraboia.
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Consulta
Atendimento particularCom hora marcada
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Alameda Jaú, 695Jardim Paulista · São Paulo
Chegada
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Autoria do artigo e formação
Autoria médica
Dra. Juliana Toma

Dra. Juliana Toma

Dermatologia clínica, cosmiatria e tecnologias dermatológicas com avaliação médica individualizada.

Canais oficiais
Médica DermatologistaCRM-SP 156490 / RQE 65521

Médica formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM), com Residência Médica em Dermatologia pela UNIFESP-EPM, Título de Especialista em Dermatologia pela AMB e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Tem formação complementar em Dermatologia Oncológica pelo Instituto Sírio-Libanês, fellow em Tricologias, Discromias e Acne pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, e pós-graduação em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School.

Foi Conselheira do CREMESP e Coordenadora da Câmara Técnica de Dermatologia do CREMESP (2018-2023).

UNIFESP-EPMMedicina e DermatologiaAMB / SBDEspecialista e sociedade médicaSírio-LibanêsDermatologia OncológicaHC-FMUSPTricologias, Discromias e AcneHarvard Medical SchoolPesquisa ClínicaCREMESPCâmara Técnica 2018-2023

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