Dermatologia

6 min de leitura

I Simpósio de Dermatoscopia/​Imagem e Melanoma Day da SBD

Agendar avaliação

Jardins, São Paulo · Consulta particular · Plano individual

Registro do anúncio do Melanoma Day e I Simpósio de Dermatoscopia e Imagem da SBD, em maio de 2016, com orientações sobre exame de pintas, fotografia e biópsia.

Neste artigo
primeiro melanoma day

Período: de 13/05/2016 a 14/05/2016

Local: WTC EVENTS CENTER Av. das Nações Unidas 12.551, Brooklin Novo – São Paulo

Este registro reúne o anúncio de um evento do calendário dermatológico de 2016: o Melanoma Day/I e Simpósio de Dermatoscopia e Imagem, um esforço conjunto da SBD Nacional com seu Departamento de Oncologia Cutânea, cuja programação anunciada reunia especialistas para discutir condutas e diretrizes no diagnóstico e tratamento do melanoma. Seu objetivo é preparar o dermatologista associado para tratar o melanoma amparado pela melhor orientação disponível. Nas últimas quatro décadas, a dermatologia viveu verdadeira revolução com o desenvolvimento de métodos auxiliares de imagens voltados para o diagnóstico das doenças de pele, capitaneados pela dermatoscopia, que promoveu uma melhora expressiva no diagnóstico das lesões pigmentadas cutâneas, sobretudo do melanoma cutâneo inicial. Outros métodos diagnósticos vêm sendo paulatinamente introduzidos no arsenal diagnóstico do dermatologista, entre eles, a microscopia confocal, a ultrassonografia de alta frequência e a tomografia de coerência óptica. Esses e outros temas integravam a programação anunciada para 13 a 14 de maio de 2016, em São Paulo.

Resposta direta

Dermatoscopia ajuda a decidir quais pintas precisam apenas acompanhar e quais exigem biópsia.

Eventos de atualização em melanoma reforçam uma mensagem prática: diagnóstico precoce muda o prognóstico. Lesões novas, diferentes ou em mudança não devem ser tratadas como manchas comuns.

Exame das pintas

Pintas em mudança: o exame define o cuidado.

Cor, borda, crescimento, sangramento, dor ou ferida que não cicatriza mudam a prioridade da avaliação.

SBD / atualização médica

Atualização em dermatologia, imagem e melanoma

Participação em congressos, ensino e discussão de casos faz parte da rotina da Dra. Juliana Toma.

Exame da pele da face com um dermatoscópio.
Exame da pele com dermatoscópio.
Dra. Juliana Toma durante uma consulta dermatológica.
Dra. Juliana Toma durante uma consulta dermatológica.
Átrio da clínica visto do alto, com escada, ripado e jardim interno.
Arquitetura da clínica no Jardim Paulista.

Do evento para o paciente

O que dermatoscopia e campanhas de melanoma mudam na prática

A dermatoscopia amplia detalhes da lesão durante o exame da pele. Fotografias permitem comparar sua evolução; a biópsia examina tecido no laboratório quando é preciso esclarecer o diagnóstico. São recursos com funções diferentes no mesmo acompanhamento.

Triagem

Identificar lesões diferentes

O ABCDE organiza características visíveis; a dermatoscopia amplia os detalhes da lesão.

  • Assimetria, borda irregular e múltiplas cores aumentam atenção.
  • Melanoma acral pode aparecer em palmas, plantas e unhas.
  • Ferida que não cicatriza também precisa avaliação.

Conduta

Acompanhar, fotografar ou biopsiar

A decisão depende do padrão dermatoscópico, histórico e evolução.

  • Mapeamento fotográfico ajuda pacientes com muitas pintas.
  • Biópsia é indicada quando há suspeita.
  • O diagnóstico orienta a necessidade e o tipo de retirada.

Prevenção

Reduzir risco e detectar cedo

Fotoproteção e exame periódico são parte do cuidado para pacientes de risco.

  • Histórico familiar ou pessoal muda frequência de avaliação.
  • Queimaduras solares aumentam risco futuro.
  • Autoexame ajuda a notar evolução.

Exame da pele

Se uma pinta cresceu, sangrou, mudou de cor ou parece diferente das outras, agende avaliação.

Exame da pele

Mudança em pinta, unha ou mancha merece exame presencial.

Dermatoscopia, histórico e evolução da lesão orientam se basta acompanhar, tratar ou investigar melhor.

Próximo passo com critério médico

Dermatoscopia e decisão clínica

Atualização em dermatoscopia ajuda a avaliar pintas e manchas com mais critério. Para o paciente, o ponto principal é saber quando uma lesão precisa de exame, acompanhamento, biópsia ou remoção.

01Sinais

Mudança de cor, formato, tamanho, borda, sangramento ou ferida que não melhora pedem avaliação.

02Exame

A dermatoscopia amplia estruturas da lesão e ajuda a decidir se basta acompanhar ou investigar melhor.

03Histórico

Histórico familiar, exposição solar, muitas pintas e pele clara podem mudar a frequência de acompanhamento.

04Clínica

A consulta dermatológica organiza fotografia, comparação e conduta quando a pinta preocupa.

Na prática da clínica

Na Clínica Dra. Juliana Toma, em Jardim Paulista, São Paulo, a indicação é definida por dermatologista, com CRM-SP 156490 / RQE 65521, estrutura particular, tecnologia dermatológica quando necessária e orientação individual para preparo, segurança e acompanhamento.

Quando uma biópsia é indicada, a técnica e a área da amostra são escolhidas para esclarecer a suspeita. O material segue para análise; o laudo é comparado ao exame da pele para definir se o cuidado está concluído ou se há tratamento complementar.

Clínica e autoridade médica

Avaliação dermatológica em São Paulo

O exame ocorre em consulta dermatológica no Jardim Paulista. A comparação das lesões e do histórico orienta quais áreas serão fotografadas, acompanhadas ou investigadas.

Dra. Juliana Toma explica uma imagem no monitor à paciente.
Explicação de imagens durante a consulta.
Átrio da clínica com escada, cobogó e claraboia.
Átrio da clínica no Jardim Paulista.
Lago interno, parede de seixos e janela circular da clínica.
Jardim interno da clínica na Alameda Jaú.
Perguntas para levar à consulta

Quando uma pinta precisa de exame, comparação ou biópsia?

Dermatoscopia e imagem ajudam a qualificar a avaliação de pintas e manchas. Para o paciente, o benefício está em entender quais sinais merecem prioridade, quando acompanhar com fotos e quando investigar melhor.

01A pinta mudou de cor, tamanho, borda ou formato?

Mudança percebida pelo paciente é uma informação importante, especialmente quando a lesão cresce, escurece, fica irregular ou passa a ter várias cores.

02Existe ferida, sangramento, crosta ou coceira persistente?

Sintomas persistentes não confirmam câncer, mas justificam avaliação porque podem indicar inflamação, trauma repetido ou necessidade de investigação.

03A lesão é diferente das outras pintas?

O sinal que parece destoar do padrão pessoal do paciente, muitas vezes chamado de patinho feio, merece atenção dermatológica.

04Há histórico pessoal ou familiar de câncer de pele?

Histórico, exposição solar, muitas pintas, pele clara e queimaduras solares podem mudar a frequência de controle.

05A pinta deve ser fotografada ou removida?

Nem toda pinta precisa sair. A decisão pode envolver dermatoscopia, fotografia para comparação, retorno programado, biópsia ou remoção quando há critério.

06Como acompanhar sem ansiedade e sem atraso?

A consulta organiza quais lesões observar, quais sinais comunicar e qual intervalo de retorno é adequado ao risco individual.

Como isso muda a decisão clínica

A imagem ampliada mostra detalhes que são interpretados junto da distribuição das pintas e do tempo de evolução. Uma fotografia antiga responde ao que mudou; a imagem atual mostra a estrutura que está presente no exame.

Na Clínica Dra. Juliana Toma, a consulta considera histórico, exposição solar, padrão de pintas, localização, evolução e exame da pele. Quando necessário, a conduta pode incluir fotografia, acompanhamento, biópsia ou remoção.

Procure avaliação se uma pinta está mudando, se surgiu lesão nova de crescimento rápido, se há ferida que não cicatriza ou se existe histórico de melanoma ou câncer de pele na família.

Atualização prática

O que a evolução de uma pinta revela

Uma foto aproximada mostra a alteração; outra um pouco mais distante identifica onde ela fica. Guardar a data e o lado do corpo ajuda a comparar a mesma lesão no retorno. O histórico complementa esse registro, especialmente quando a mudança já não está tão visível no dia da consulta.

  • Evolução: Mudanças de forma, tamanho ou cor ao longo do tempo ajudam a distinguir uma lesão estável de outra que precisa de investigação.
  • Histórico: Queimaduras solares, bronzeamento artificial, muitos nevos e melanoma na família influenciam a frequência do acompanhamento.
  • Sintomas: Sangramento, crosta, ferida persistente, dor ou coceira ajudam a definir prioridade.
  • Conduta: O dermatologista decide entre observar, fotografar, acompanhar, biopsiar ou remover conforme critério.

Atualização prática

Sinais que ajudam a priorizar uma lesão

Mudanças percebidas pelo paciente são importantes na avaliação de pintas. A consulta organiza esses sinais com exame clínico e dermatoscopia para decidir o próximo passo.

A comparação usa duas referências: a mesma lesão em momentos diferentes e o padrão das outras pintas daquela pessoa. Isso explica por que uma alteração discreta pode merecer exame quando é nova ou destoa das demais, enquanto uma pinta já documentada pode seguir em acompanhamento.

Quando é necessário colher tecido, a recuperação e o resultado são acompanhados em paralelo. O curativo cuida da ferida; o laudo esclarece o diagnóstico e a necessidade de outra etapa. O retorno integra essas duas informações.

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Dra. Juliana TomaDermatologista · CRM-SP 156490 · RQE 65521Formação e residência em Dermatologia pela UNIFESP-EPM.

Consulta particular de 1 hora, com avaliação dos sintomas e exame da pele de todo o corpo antes de qualquer tratamento. Os retornos são realizados com a mesma médica.

Porta com a logomarca Dra. Juliana Toma e médica trabalhando à mesa ao fundo.

Fotografia · ConsultaConsultório da Dra. Juliana Toma.

Dra. Juliana Toma

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Perguntas frequentes

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Área de espera junto à escada e ao átrio da clínica.
Fotografia da clínica · AmbienteÁrea de espera junto ao átrio da clínica.
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Área de espera junto à escada e ao átrio da clínica.

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Alameda Jaú, 695Jardim Paulista · São Paulo
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Autoria do artigo e formação
Autoria editorial
Helena Soares

Helena Soares

Formação médica da clínica

Dra. Juliana Toma

Médica Dermatologista

CRM-SP 156490 / RQE 65521

Médica formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM), com Residência Médica em Dermatologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM) e Título de Especialista em Dermatologia.

Atua em dermatologia clínica, cosmiatria e tecnologias dermatológicas, com avaliação individualizada antes da indicação de tratamentos ou procedimentos.

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