Acne –
8 Dicas para Controlar
Acne no Inverno em Casa

Acne no inverno: oito ajustes de limpeza, hidratação, tratamento e maquiagem para cuidar das espinhas e manter a pele confortável no frio.

Neste artigo

A acne pode aparecer devido a hiperprodução sebácea, a mudança na formação da pele (como a queratinização) ou ser consequência do aumento das bactérias que causam inflamação. No frio, a pele pode ressecar e tolerar pior alguns produtos, mesmo quando continua oleosa e com acne. Esta doença, que atinge pessoas de todas as idades, é mais comum durante a puberdade e no início da juventude. Algumas pessoas desenvolvem a doença mais tarde, entre os 20 e os 40 anos de idade. O distúrbio varia em suas formas, e em casos mais graves, pode deixar cicatrizes, manchas e alterações na pele.

No inverno, a acne pode piorar por ressecamento, banhos quentes, produtos mais pesados, atrito e alteração da barreira cutânea.  A mudança mais útil é reconhecer o que incomoda: repuxamento depois de lavar, ardor com o tratamento ou novas lesões. Cada situação pede um ajuste diferente na rotina. 

Limpeza suave e hidratação ajudam a manter o conforto; o medicamento escolhido para cravos ou espinhas continua com uma função própria no plano.

Use limpeza suave, hidratante não comedogênico e protetor solar que fique confortável. Um acabamento muito seco pode aumentar o repuxamento quando a superfície já está sensibilizada.

À noite, a rotina segue o tratamento indicado para a acne. Se houver ardor ou descamação persistente, a adaptação pode envolver a frequência, o veículo ou o hidratante. A resposta é acompanhada tanto pelo surgimento de novas lesões quanto pelo conforto ao usar os produtos.

Limpeza retira resíduos, hidratação melhora o conforto e os ativos tratam as lesões. No inverno, ajustar essas funções ajuda a manter o cuidado mesmo quando a pele fica mais sensível.

Acne e marcas

Controle a acne e organize o cuidado das marcas.

Acne persistente costuma precisar de diagnóstico, rotina adequada e acompanhamento para reduzir novas lesões e sequelas.

Acne no frio

O que muda na acne durante o inverno

Frio, banho quente e produtos mais densos podem irritar a barreira cutânea e mudar a tolerância da pele acneica.

01

Barreira

Ressecamento, ardor e descamação pedem limpeza mais suave e hidratação não comedogênica.

02

Oleosidade

A pele pode ficar seca na superfície e ainda produzir sebo, mantendo cravos e inflamação.

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Ativos

Ácidos e retinoides podem precisar de ajuste de frequência quando há irritação.

04

Avaliação

Acne dolorosa, inflamada, recorrente ou com marcas deve ser examinada antes de intensificar produtos.

Leitura prática

A estratégia muda conforme inflamação, sensibilidade, risco de mancha e rotina já em uso.

Resposta direta

Como o tratamento da acne e das marcas se complementa?

Cravos, espinhas inflamadas e nódulos podem precisar de medicamentos diferentes. O controle das lesões atuais é acompanhado junto da tolerância da pele. Manchas e cicatrizes entram em uma etapa própria do plano, que pode incluir produtos tópicos, lasers ou estímulo de colágeno, conforme o tipo de marca.

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O que é a acne?

A acne é uma condição de pele caracterizada pela formação de cravos, cistos, caroços e espinhas. Tais alterações cutâneas são resultados de um processo inflamatório nas glândulas sebáceas e nos folículos pilosos, o que pode ter diferentes causas.  Dentre as regiões mais acometidas, merecem destaque o rosto, o dorso e o peito. 

Esta doença é significativamente mais comum na puberdade. A explicação para essa grande prevalência na segunda década de vida é simples, este é um período de grandes mudanças hormonais para meninos e meninas.  A acne tem relação direta com os hormônios sexuais, pois a elevação de seus níveis estimula a produção de gordura pelas glândulas da pele, o que pode ocasionar inflamações.

Por que a acne piora no inverno?

O frio não piora a acne de todas as pessoas. Em quem sente a pele mais seca, banhos quentes, vento e produtos que antes eram confortáveis podem aumentar o ardor ou a descamação. A mudança aparece primeiro na tolerância da rotina.

Os lipídios produzidos pela pele possuem propriedades antimicrobianas e formam uma barreira de proteção contra perda de água e agressores externos presentes no ambiente.

Quando essa barreira está irritada, o rosto pode arder ao lavar ou ao receber um cosmético. Isso pode acontecer junto de cravos e espinhas, sem significar que a pele esteja suja ou que precise de uma limpeza mais forte.

Na pele com tendência ao ressecamento, o hidratante ajuda principalmente no conforto e na tolerância dos tratamentos. O controle da acne depende também dos ativos escolhidos para a obstrução dos poros e para a inflamação.

Um produto com indicação não comedogênica pode ser usado nas áreas que repuxam. A textura é escolhida pela sensação depois da aplicação: hidratação confortável, sem ardor persistente e sem uma camada pesada que incomode ao longo do dia.

Oleosidade e hidratação não medem a mesma coisa. O nariz e a testa podem continuar brilhantes enquanto as laterais do rosto descamam. Esse padrão ajuda a distribuir o hidratante conforme a necessidade de cada área.

A limpeza retira o excesso de produto e sujeira da superfície; a hidratação ajuda a reduzir a perda de água. Uma etapa não precisa anular a outra. O rosto não precisa ficar repuxando depois de lavar para estar limpo.

Se um sabonete deixa ardor ou descamação, trocar por uma fórmula mais suave pode melhorar a tolerância. A decisão acompanha o que acontece na pele, e não apenas a palavra oleosa no rótulo.

Uma rotina que continua confortável pode ser mantida no inverno. O ajuste é necessário quando surgem sinais de irritação, mudança importante do ressecamento ou dificuldade para usar o tratamento indicado.

A limpeza com as pontas dos dedos e água morna reduz o atrito. Depois, seque com toques leves. Esses detalhes ajudam especialmente quando há inflamação, pois esfregar a região não desobstrui os poros nem acelera a resposta do medicamento.

O tratamento é escolhido pelo tipo de lesão. Cravos pedem controle da obstrução dos poros; espinhas inflamadas acrescentam o objetivo de reduzir inflamação; nódulos profundos costumam exigir uma avaliação mais próxima. Essa diferença explica por que a rotina de outra pessoa pode não atender à sua queixa.

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1. Higienização: Limpeza Suave

A limpeza excessiva pode aumentar ressecamento e irritação. O objetivo é retirar resíduos e o excesso de produto com o menor atrito possível. Se o rosto fica ardendo ou repuxando após lavar, a fórmula ou a frequência podem precisar de ajuste.

Escolha do Sabonete: Um produto syndet usa agentes de limpeza sintéticos, geralmente formulados para uma limpeza suave. Para pele sensibilizada, fórmulas sem perfume podem facilitar o cuidado. O conforto após lavar depende da composição completa, da quantidade e da frequência de aplicação.

Frequência e Temperatura da Água: Em geral, lave de manhã e à noite e também após suor intenso. Use água morna e movimentos leves. O objetivo depois do exercício é remover suor e resíduos sem repetir esfoliação ou prolongar o contato com produtos de limpeza.

Técnica de Limpeza: Aplique o sabonete com movimentos suaves e circulares, usando as pontas dos dedos. Não esfregue a toalha no rosto para secar; pressione-a levemente contra a pele.

2. Hidratação: barreira cutânea

No frio, hidratação adequada pode reduzir o repuxamento e ajudar a tolerar o tratamento. Isso permite manter os cuidados que atuam nos cravos e espinhas. Tipo de Hidratante: A quantidade e a textura podem mudar conforme o ressecamento, sem necessidade de trocar automaticamente toda a rotina de verão.

Procure por produtos com a indicação "não comedogênico" (que não obstrui os poros). Sérum, loção, gel-creme ou creme podem funcionar; a escolha depende do ressecamento e da tolerância à fórmula completa.

Ativos-Chave: Busque por ingredientes como o ácido hialurônico (que atrai água para a pele sem deixá-la oleosa), ceramidas (que restauram a barreira cutânea), niacinamida (que além de hidratar, tem ação anti-inflamatória e ajuda a regular a oleosidade) e glicerina.

Como e Quando Aplicar: Aplique o hidratante logo após a limpeza, com a pele ainda ligeiramente úmida. Isso ajuda a “selar” a umidade na pele. Espalhe uma camada fina e uniforme por todo o rosto, pescoço e colo.

3. Tratamento: Ajuste Conforme a Tolerância

Ácido salicílico, peróxido de benzoíla e retinoides têm funções diferentes no tratamento da acne. Se a pele permanece confortável, o frio por si só não exige uma troca. A adaptação é guiada por ardor, descamação persistente e pela resposta das lesões.

Frequência: No início de alguns tratamentos, aplicações em dias alternados podem melhorar a tolerância. Quando esse ajuste faz parte da prescrição, a frequência aumenta conforme a pele se adapta. O hidratante continua como apoio ao conforto, enquanto o medicamento trata o alvo definido.

Hidratante e Tratamento: A ordem das camadas depende da formulação. Em alguns planos para pele sensível, o hidratante é usado junto do retinoide para reduzir desconforto. A receita deve indicar área, quantidade e sequência; misturar os produtos na mão torna a distribuição de cada um menos previsível.

Contato curto: Alguns tratamentos irritantes podem começar com um tempo de contato reduzido e depois ser ampliados, conforme o plano prescrito. Essa estratégia é usada para facilitar a adaptação; o tempo e o enxágue pertencem ao medicamento específico, sem aplicar a mesma regra a todo ácido ou loção.

4. Proteção Solar: Conforto e Cuidado das Manchas

A radiação UVA, principal responsável pelo envelhecimento precoce e manchas, atravessa as nuvens e as janelas, e está presente o ano todo. Além disso, muitos tratamentos para acne deixam a pele mais fotossensível.

Escolha do Protetor: Uma fórmula não comedogênica e confortável facilita a aplicação na quantidade adequada. Se o acabamento mate aumenta o repuxamento, uma textura mais hidratante pode se adaptar melhor. Quando o protetor já hidrata o suficiente, a rotina pode ficar mais simples sem repetir uma camada com a mesma função.

Fator de Proteção: Use FPS 30 ou mais e proteção UVA. Reaplicação: Ao ar livre, reaplique a cada duas horas e após suor, água ou toalha. Nos dias em ambiente fechado, considere os trajetos externos e a remoção do produto, em vez de usar apenas o horário como referência.

5. Cuidados Complementares e Hábitos Diários

Banhos: Água morna e um banho mais breve ajudam no conforto da pele ressecada. Depois de secar com suavidade, aplique hidratante nas áreas que repuxam. A rotina do corpo pode precisar de uma textura diferente da usada no rosto, principalmente em braços e pernas.

Hidratação: Continue bebendo líquidos conforme suas necessidades. A água ingerida atende ao organismo; o hidratante age na superfície da pele e tem papel próprio no controle do ressecamento.

Alimentação: Refeições variadas ajudam a manter uma rotina equilibrada. Quando existe uma associação repetida entre um alimento e a piora da acne, ela pode ser investigada no acompanhamento. Não é necessário excluir todos os laticínios por rotina; leite, queijo e iogurte não têm os mesmos dados de associação com acne.

Lesões inflamadas: Espremer pode aumentar a inflamação e deixar marcas; o tratamento atua sem esse trauma adicional. Acessórios: Cachecol, gola e faixa podem roçar repetidamente no mesmo ponto. Prefira contato confortável, troque peças úmidas após o exercício e lave conforme o uso, especialmente quando acumulam resíduos de cosméticos.

6. Modere na Esfoliação

A esfoliação não é uma etapa obrigatória da rotina para acne. Retinoides e outros tratamentos já podem agir sobre a obstrução dos poros. Somar esfoliante físico, tônico ácido e medicamento pode aumentar o desconforto sem acrescentar uma função necessária. O primeiro passo é identificar quais produtos já fazem trabalho semelhante.

Quando um esfoliante químico faz parte do plano, a tolerância depende da fórmula completa e do restante da rotina. Poli-hidroxiácidos, como a gluconolactona, também são ácidos: a sensação suave de um produto não torna necessária sua inclusão se a pele já está bem com o tratamento atual.

Técnica e Frequência: A orientação depende do produto e da condição da pele. Se há ardor, descamação ou áreas machucadas, essa etapa pode ser suspensa enquanto o cuidado é ajustado. Esfregar uma espinha inflamada não remove sua causa; uma aplicação gentil preserva o conforto durante o tratamento.

7. Maquiagem: Como Usar a Seu Favor

A maquiagem não é um problema em si, mas a escolha e, principalmente, a remoção dos produtos são cruciais. Escolha da Base e Corretivo: Opte por produtos com a etiqueta "oil-free" (livre de óleo) e "não comedogênico".

Bases hidratantes podem ficar mais confortáveis quando a superfície está ressecada, enquanto fórmulas muito mates podem destacar a descamação. Na remoção, escolha um produto que retire a maquiagem sem exigir várias passagens e atrito. A limpeza dupla é uma possibilidade para produtos resistentes, não uma obrigação para toda pele acneica.

Primeira Etapa: Se a maquiagem é resistente, use um removedor adequado à sua pele conforme o rótulo; a fórmula precisa sair de maneira confortável, sem esfregar. Depois: Um limpador suave pode retirar o resíduo, quando necessário. Se uma só lavagem já remove o produto e deixa a pele confortável, repetir a limpeza não acrescenta uma meta de tratamento.

8. Acne Corporal: Atrito, Suor e Produtos

As roupas de inverno podem agravar a acne nos ombros, costas e região do tórax. Tecidos: A primeira camada de roupa, aquela em contato direto com a pele, deve ser preferencialmente de algodão ou outro tecido respirável.

Observe principalmente o atrito, a pressão e a umidade. Uma peça esportiva que afasta o suor pode ser confortável, enquanto uma costura apertada pode irritar qualquer que seja o tecido. Após o exercício, troque a roupa suada e faça a higiene com suavidade.

Produtos para o Corpo: Ácido salicílico e peróxido de benzoíla podem fazer parte de tratamentos para acne corporal. A escolha, o tempo de contato e a frequência dependem da fórmula e da extensão das lesões. Nas regiões ressecadas sem acne, use limpeza suave e hidratação própria, evitando espalhar o ativo por toda a pele sem necessidade.

A Dra. Juliana Toma avalia a acne atual e as marcas que ficaram. O plano pode combinar medicamentos para controlar novas lesões e procedimentos para textura e cicatrizes, incluindo o Discovery Pico quando indicado. A consulta define a sequência que faz sentido para a sua pele.

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Avaliação dermatológica

Controle a acne e cuide da qualidade da sua pele

Cravos, espinhas inflamadas e lesões profundas podem precisar de tratamentos diferentes. Medicamentos tópicos ou orais controlam a acne; limpeza e hidratação ajudam a manter a rotina, e as marcas recebem atenção conforme a inflamação melhora.

Lesões atuais, rotina e marcas
Rotina diária
Limpeza suave e hidratação ajudam a tolerar os medicamentos, inclusive na pele oleosa.
Tratamento da acne
A escolha entre opções tópicas e orais considera o tipo, a extensão e a persistência das lesões.
Marcas e cicatrizes
Pigmentação e depressões têm tratamentos próprios, distintos do controle de novas espinhas.

Será que é acne?

Em geral, o diagnóstico da acne é predominantemente clínico. A consulta começa pelo histórico: quando as lesões surgiram, quais tratamentos foram usados, doenças anteriores e, quando pertinente, ciclo menstrual e outras mudanças hormonais. Em seguida, é realizado o exame físico para avaliação da lesão, são estudados os seguintes aspectos: tipo de lesão, extensão e a gravidade da doença. Na maior parte dos casos, o histórico e o exame da pele orientam o diagnóstico. Exames complementares são escolhidos quando há uma pergunta específica, como uma possível alteração hormonal; não são uma etapa automática para toda acne.  O exame também distingue acne de quadros como foliculite e rosácea. Para isso, observa características concretas: 

  • Presença de cravos abertos e fechados
  • Espinhas com vermelhidão e inflamação
  • Nódulos profundos e sensíveis
  • Lesões centradas ao redor dos pelos
  • Distribuição no rosto, peito ou costas
  • Vermelhidão persistente entre as lesões
  • Descamação ou irritação ao redor da boca
  • Manchas e alterações de relevo que ficaram
  • Relação com produtos e medicamentos em uso
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Tratamentos para acne

Extração

A extração profissional pode remover cravos abertos e fechados que persistem. Ela atua sobre o conteúdo do poro, com técnica e instrumentos adequados. Não é o mesmo procedimento usado para um nódulo profundo e doloroso, que precisa de outro tipo de abordagem. A extração se integra à rotina que reduz a formação de novos cravos. O benefício é relacionado à lesão tratada, enquanto limpeza suave e hidratação continuam cuidando da tolerância da pele no frio. 

Medicamentos

Alguns medicamentos são recomendados para controle da acne. Dentre os mais utilizados podemos citar o peróxido de benzoíla, antibióticos, retinoides, anti-seborreicos e antiandrogénicos.  A combinação procura agir em alvos diferentes: desobstruir poros, reduzir inflamação ou controlar a influência hormonal. A receita organiza área, quantidade e frequência, e o retorno ajusta o plano conforme a resposta e a tolerância.

Fototerapia

A fototerapia é muito utilizada para tratar distúrbios de pele. Através da emissão de pulsos de luz, o tratamento age sobre a área afetada principalmente atuando sobre a bactéria C. acnes e reduzindo a inflamação, podendo, em algumas modalidades, ter efeito secundário sobre a atividade das glândulas sebáceas.  A modalidade é escolhida pelo tipo de lesão e pode complementar os medicamentos. Luzes usadas para espinhas inflamadas não cumprem necessariamente a mesma função dos lasers voltados a cicatrizes e textura.

Peeling químico

O peeling químico usa um agente aplicado à pele para produzir renovação controlada da superfície. No cuidado da acne, pode ajudar na obstrução dos poros e em algumas marcas. A intensidade é escolhida conforme o objetivo e a sensibilidade, com recuperação planejada para a rotina do paciente.  O peeling químico pode ajudar a melhorar manchas, lesões de acne e rugas superficiais em casos selecionados. A indicação, a profundidade e o número de sessões dependem da avaliação dermatológica, e a resposta varia conforme as características de cada pele.

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Dra. Juliana Toma – Médica Dermatologista pela Universidade Federal de São Paulo – EPM

Clínica no Jardim Paulista – Al. Jaú 695 – São Paulo – SP

Jardins, São Paulo · Consulta particular · Plano individual

Água quente dá espinha?

Água quente não costuma causar espinha sozinha, mas pode piorar a pele com tendência a acne. Banhos muito quentes removem lipídios da barreira cutânea, aumentam ressecamento, irritação e vermelhidão, e podem levar a uma sensação de oleosidade reativa ou inflamação mais evidente.

No frio, água mais quente e maior ressecamento podem tornar desconfortáveis os produtos que antes eram bem tolerados.

Para quem tem acne, o ideal é usar água morna, sabonete suave, hidratação leve e tratamento adequado, em vez de esfregar a pele ou lavar muitas vezes ao dia.

Espinhas doloridas, acne adulta, manchas, cicatrizes, nódulos ou piora repetida no inverno indicam que a rotina sozinha pode não ser suficiente. Nesses casos, a avaliação dermatológica define se há necessidade de medicamentos ou procedimentos.

Como ajustar a rotina no frio

  1. Prefira água morna, não muito quente.
  2. Evite esfoliar ou esfregar espinhas inflamadas.
  3. Use hidratante adequado para pele acneica.
  4. Se o ressecamento persiste, revise frequência, veículo e hidratação do tratamento.

Perguntas comuns

Banho quente piora acne nas costas?

Pode irritar e ressecar, mas acne nas costas também envolve suor, atrito, oleosidade e predisposição.

Lavar mais vezes melhora espinha?

Não necessariamente. Excesso de limpeza pode irritar e piorar a barreira da pele.

Quando procurar tratamento?

Quando a acne dói, deixa manchas, forma nódulos, volta sempre ou não melhora com rotina gentil.

Veja como escolher sabonete para acne sem agredir a barreira da pele.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre acne no frio

No frio, mudanças de banho, hidratante, filtro solar, oleosidade e barreira cutânea podem alterar a acne. O cuidado precisa controlar inflamação sem irritar a pele.

Por que a acne pode piorar no frio?

Banhos quentes, ressecamento, produtos mais oleosos, menor fotoproteção e barreira da pele irritada podem favorecer inflamação ou dificultar a rotina de tratamento.

Devo parar ácidos se a pele descama?

Descamação leve e ardor persistente pedem respostas diferentes. O ajuste pode envolver hidratação, frequência menor, troca da formulação ou uma pausa orientada. A meta é manter o controle da acne com uma rotina que a pele tolere, sem insistir em uma aplicação que continua machucando.

Hidratante piora acne?

Pode piorar se for muito oclusivo para aquela pele, mas hidratação adequada ajuda a tolerar tratamentos e recuperar a barreira cutânea. A escolha do veículo importa.

Filtro solar continua necessário no inverno?

Sim. Radiação ultravioleta continua presente e é especialmente importante se há manchas, uso de ácidos, peelings ou tendência a hiperpigmentação pós-inflamatória.

Quando procurar tratamento para acne?

Acne dolorosa, recorrente ou com manchas e cicatrizes pode precisar de medicamentos específicos. O exame define o tipo de lesão e ajusta o tratamento à sensibilidade da pele, inclusive quando a acne afeta o bem-estar.

Fontes consultadas: AAD sobre tratamento da acne, Mayo Clinic sobre tratamento da acne.

Dermatologia clínica / diagnóstico

Quem examina a sua pele

Sinais parecidos podem ter causas diferentes; a consulta define prioridades, investigação e acompanhamento quando necessário.

Dra. Juliana Toma explica pontos da face com material de anatomia na consulta
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Dra. Juliana TomaDermatologista · CRM-SP 156490 · RQE 65521Formação e residência em Dermatologia pela UNIFESP-EPM.

Consulta particular de 1 hora, com avaliação dos sintomas e exame da pele de todo o corpo antes de qualquer tratamento. Os retornos são realizados com a mesma médica.

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Fotografia · ConsultaExplicação de imagens durante a consulta.

Dra. Juliana Toma

UNIFESP-EPM
Medicina e Dermatologia
AMB / SBD
Especialista e sociedade médica
Sírio-Libanês
Dermatologia Oncológica
HC-FMUSP
Tricologias, Discromias e Acne
Harvard Medical School
Pesquisa Clínica
CREMESP
Câmara Técnica 2018-2023
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Perguntas frequentes

O mesmo tratamento serve para cravos e espinhas profundas?

Alguns medicamentos atuam em mais de um tipo de lesão, mas o plano muda quando há inflamação intensa, nódulos ou áreas extensas. Por isso, duas pessoas com acne podem receber combinações diferentes.

Como perceber se o tratamento está ajudando?

A redução de lesões novas costuma ser mais útil do que observar uma espinha isolada. A resposta aparece ao longo de semanas; marcas antigas podem permanecer enquanto a acne já está mais controlada.

Lago interno, parede de seixos e janela circular da clínica.
Fotografia da clínica · AmbienteJardim interno da clínica na Alameda Jaú.
Foto e descrição

Lago interno, parede de seixos e janela circular da clínica.

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Atendimento particularCom hora marcada
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Alameda Jaú, 695Jardim Paulista · São Paulo
Chegada
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Autoria do artigo e formação
Autoria médica
Dra. Juliana Toma

Dra. Juliana Toma

Dermatologia clínica, cosmiatria e tecnologias dermatológicas com avaliação médica individualizada.

Canais oficiais
Médica DermatologistaCRM-SP 156490 / RQE 65521

Médica formada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM), com Residência Médica em Dermatologia pela UNIFESP-EPM, Título de Especialista em Dermatologia pela AMB e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Tem formação complementar em Dermatologia Oncológica pelo Instituto Sírio-Libanês, fellow em Tricologias, Discromias e Acne pelo Hospital das Clínicas da FMUSP, e pós-graduação em Pesquisa Clínica pela Harvard Medical School.

Foi Conselheira do CREMESP e Coordenadora da Câmara Técnica de Dermatologia do CREMESP (2018-2023).

UNIFESP-EPMMedicina e DermatologiaAMB / SBDEspecialista e sociedade médicaSírio-LibanêsDermatologia OncológicaHC-FMUSPTricologias, Discromias e AcneHarvard Medical SchoolPesquisa ClínicaCREMESPCâmara Técnica 2018-2023

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